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Fonte: Vogue Rússia

Na véspera do aniversário de 24 anos da atriz australiana, Katherine Langford foi nomeada embaixadora da L’Oréal Paris. Até então, por conta de suas mais impressionantes conquistas com papéis – o papel de Hannah Baker na série da Netflix ’13 Reasons Why’. Mas muito em breve, em 17 de julho, ‘Cursed’ será lançada na mesma plataforma, onde Katherine desempenha o papel principal. Conversamos pessoalmente com Katherine sobre as filmagens, que duraram um ano, vespas irritantes e cosméticos favoritos.

Conte-nos sobre sua heroína em ‘Cursed’.
‘Cursed’ é uma reimaginação de uma das lendas arturianas, de uma jovem garota chamada Nimue, cujo destino é se tornar a mística Senhora do Lago. Este projeto foi muito diferente de todos os anteriores – não apenas porque pertence ao gênero fantasia, mas também porque demoramos muito para finalizar e aprendi muitas coisas. Por exemplo, como andar a cavalo, a lutar com espadas, executar diversas acrobacias e falar o dialeto. Mas, como ex-atleta, eu gostei muito do fato de a preparação para o papel envolver algum tipo de atividade física – então fiquei feliz.
Nós nos preparamos para as filmagens durante três semanas, e então o trabalho duro começou – na neve, em florestas densas, na chuva torrencial, com água até a cintura no meio da noite. Um dos dias mais memoráveis ​​das filmagens talvez tenha sido o dia mais quente da história do Reino Unido – a temperatura sob o sol era de 45 graus. Toda a equipe nos bastidores estava vestindo camisetas e shorts, enquanto os atores que gravavam usavam mantos vermelhos e armaduras. Naquele dia, eu estava andando a cavalo com três camadas de roupas de couro, todas cobertas de lama e sangue falso (na verdade, geléia). Também vale a pena destacar que no verão no Reino Unido há muitas vespas, então elas constantemente pousavam na geléia e no xarope e grudavam em mim. Foi um dia quente e difícil, mas tudo funcionou perfeitamente e o resultado foi excelente.

Você sai facilmente do papel quando as filmagens terminam?
Eu acho que cada personagem tem um efeito diferente sobre o ator. E, é claro, quanto mais tempo a filmagem demora, mais você se acostuma com o papel. Filmamos ‘Cursed’ por quase um ano, então por um longo tempo eu mergulhei na imagem da minha heroína. Ela definitivamente me ensinou a ser corajosa e confiar em mim mesma – o que espero continuar fazendo na vida cotidiana.

Qual é o seu principal objetivo agora?
Sou bem jovem ainda e, no que tange à carreira, entendo que ainda tenho muito o que aprender. Acho que agora é a hora de aprender a se amar – e cuidar de si ajuda muito. Neste sentido, a quarentena foi benéfica – tive muito tempo para finalmente experimentar todos os cosméticos que estavam me esperando.

Quando você foi reconhecida pela primeira vez?
Durante as filmagens de ‘Com Amor, Simon’ e, embora eu permanecesse a mesma Katherine por dentro, parecia que as pessoas começaram a me tratar de uma maneira diferente.

Qual é a sua primeira memória com maquiagem?
No meu sexto aniversário alguém da minha família me deu um conjunto de cosméticos e eu imediatamente decidi fazer meus lábios – no entanto, eu passei na minha boca o esmalte roxo de lantejoulas.

Como começou a colaboração com a L’Oréal Paris?
Há alguns anos, tive uma reunião com a empresa – muitas pessoas se reuniram na sala de reuniões e me sentei na frente delas sem maquiagem. Eu era apenas eu mesma e, para minha surpresa, todos da L’Oréal gostaram disto. Além disso, a minha relação com a empresa se desenvolveu de maneira muito natural.

Quem é a musa da L’Oréal Paris para você?
A empresa tem um maravilhoso grupo de embaixadoras – todos elas são muito diferentes, por isso é difícil escolher uma. Como atriz, tenho o prazer de ver colegas da ‘família L’Oréal’ que são conhecidos não apenas por sua carreira maravilhosa, mas também por outras conquistas. Por exemplo, Jane Fonda – ela está combatendo a crise climática através da iniciativa Fire Drill Sextays. Também acho que nem sempre reconhecemos a beleza da “idade”, e Jane é muito inspiradora neste sentido.

Quais são os três melhores cosméticos que você usou recentemente?
Eu já tinha o soro ‘SkinCeuticals CE Ferulic’ há bastante tempo, mas comecei a usá-lo agora. Além disso, eu acabei de descobrir o soro hialurônico 1,5% da L’Oréal Paris – ele hidrata a pele. Em relação à maquiagem, Val Garland (diretor internacional de maquiagem da L’Oréal Paris) me deu conselhos legais sobre como usar um mesmo produto para diversas coisas. Por exemplo, você pode aplicar um pouco de batom ou blush em vez de sombra nos olhos. O resultado é uma maquiagem monocromática, o que é conveniente para qualquer lugar – você não precisa gastar muito dinheiro para repeti-lo a qualquer momento.



Fonte: Tradução dos Scans

Tomar café da manhã. Ir para a escola. Chegar atrasada na aula de natação. Correr para o terceiro trabalho de meia jornada da semana. Dormir e recomeçar. A rotina de Katherine Langford (Perth, 1996) não era mais alta do que o sonho de uma adolescente australiana há dois anos, mas a empresa Netflix estava a ponto de mudar o anódino de sua normal existência com um cheque-mate. O cheque-mate tem o nome de ’13 Reasons Why’, a série que lançou na Espanha em 31 de março de 2017, abordando de maneira gráfica e direta temas como o bullying na escola, assédios sexuais e o suicídio entre a população jovem. Katherine interpreta Hannah Baker, uma jovem estudante que, diferentemente de seu alter-ego, se suicida e deixa 13 fitas contando seus motivos e apontando diretamente as pessoas que provocaram sua decisão.

“Comecei a gravar com apenas 20 anos.” Com qual experiência? “Nenhuma! Mas este foi o melhor início que posso imaginar para uma jovem atriz como eu pela complexidade da minha personagem, mas também por todo o aprendizado que me deu na forma de tratar problemas que, frequentemente, relevamos e ignoramos completamente.”

Katherine recém chegou em Roma para apresentar a segunda temporada da série, na qual Hannah Baker deixa de ser a narradora para dar a vez aos 13 culpados de seu suicídio, confessa que as expectativas geradas pela renovação da série não superou seus cálculos. Langford fala sobre a mudança drástica que ocorreu devido a uma série tão geradora de debate e críticas a educação parental.

“O início do primeiro episódio não é uma primeira cena fictícia, mas sim uma apresentação real do que vamos abordar nos próximos episódios. ’13 Reasons Why’ é uma série que fala de coisas difíceis e reais, e ao expô-las, esperamos ajudar os espectadores a falar sobre seus problemas e a compartilhar com sua família e amigos. No início, me pareceu uma abordagem desafiadora, mas os criadores levaram o trabalho de investigação tão a sério que sempre estive em boas mãos.”

A série fictícia é inspirada no romance de Jay Asher, localizada em uma periferia dos EUA perfeitamente estereotipada, constantemente trazendo a tona a cruel realidade de como os adolescentes se encontram desarmados perante os desafios juvenis e os pais preferem, por muitas vezes, escondê-los ou ignorá-los.

“Desde que a série estreou na Netflix, comecei a entender o quão necessária era a proposta. Com o tempo, pude conversar com meninos e meninas do mundo todo com problemas parecidos e que, de uma forma ou outra, conseguimos ajudá-los a contar seus problemas em suas comunidades. Não têm sido fácil interpretar Hannah e eu sabia que eu iria receber uma responsabilidade enorme, mas eu digo que ela me ajudou a ser mais consciente das batalhas que as pessoas da minha idade lidam diariamente, e este foi o melhor presente de todos.”

A carreira de Katherine parece, ao menos prometedora, a julgar pela projeção que sua filmografia recente teve. Pouco antes de terminar a primeira temporada de ’13 Reasons Why’, começou a gravar o filme ‘Com Amor, Simon’, de Greg Berlanti. “Surgiu a oportunidade, mas isso significava praticamente o dobro da minha agenda, mas eu achei que seria uma gravação tão incrível que não pude dizer não.”

O filme narra a história de um estudante de 16 anos que, após conhecer outro garoto pela Internet e descobrir que este também esconde sua homossexualidade, ganha coragem para sair do armário para sua família e amigos. Um caminho para a liberdade que já virou um enorme sucesso nos Estados Unidos e que chegará a Espanha no dia 22 de junho. “Suponho que meu começo como atriz se condicionou no que eu quero fazer no futuro: projetos com alma, com uma história que uma pessoa pode se identificar e que fale de personagens reais, não isentos de conflitos internos e externos.”

Uma incrível reflexão para uma intérprete que nem sempre vi o cinema como um objetivo.

“No colégio, meu hobbie era a natação até que descobri a música. Tentei me matricular na Academia de Artes Cênicas de Perth, minha cidade natal, no fim do ensino médio. Mas até os 18 anos não tinha feito nenhum teste para um papel dramático. A conclusão dos diretores de elenco que cruzaram meu caminho foi clara: precisava de mais experiência no que eles chamam de “bagagem da vida”.

Um diploma em teatro musical, três trabalhos de meia jornada e uma incansável quantidade de aulas de teatro, eles diziam ser a resolução do problema da inexperiência. Um ano depois, quando vários agentes visitaram sua escola australiana em busca de talento, Langford ja não era a pequena e inexperiente Katherine. “Pouco depois, soube que me aceitaram na Academia de Artes Cênicas da Austrália (WAAPA), mas alguns dos agentes que haviam me visto já tinham me pedido para continuar com as leituras dramáticas para eu conseguir atuar.” Quando recebeu a primeira luz verde para a ficção que supostamente seria seu pulo para o estrelato, o método acadêmico ficou estacionado por motivos óbvios.

Mas além de ficcção pura, Katherine é apaixonada pela música. (“Comecei a cantar em frente ao computador músicas da Lady Gaga, quem eu amo, e não descarto fazer algo no futuro”), e assume o feminismo como uma causa interiorizada, maravilhada perante o debate que supostamente há na indústria que agora faz parte. “O Globo de Ouro do início do ano foi minha primeira aparição em um tapete vermelho. Não quero parecer orgulhosa, mas foi incrível que coincidiu com uma noite em que muitas mulheres que admiro e respeito se uniram, não apenas na hora de vestir preto, mas também por denunciarem a situação de desigualdade que afeta o cinema praticamente desde o seu início histórico. Isso não é uma moda, isso é uma conversa que não vai acabar no futuro. O caminho é grande, mas o medo já não existe mais.”

E ainda que não tenha se juntado há uma causa concreta, pretende se esforçar fazendo sua parte nas redes sociais. A cantora Selena Gomez, produtora de ’13 Reasons Why’, foi a encarregada de que tornasse seu perfil do Instagram público e, desde então, o lema da #TimesUp não saiu de sua biografia. “Não uso frequentemente as redes sociais, porque sempre fui bastante preocupada com a minha privacidade. Mas sei que foi me dado uma voz e sei muito bem como quero utilizá-la no futuro.”. Isso inclui também o padrão de decisões na hora de aceitar futuros projetos, dentre os quais figura o filme de ficção científica ‘Spontaneous’, de Brian Duffield. “Me sinto um pouco pretensiosa apontando várias pessoas com quem eu gostaria de trabalhar, mas eu sei que eu teria muita sorte se puder trabalhar com Sofia Coppola. Sou apaixonada pela visão dela do universo feminino e com a sua maneira de dirigir, mas, na realidade, sei que minha carreira vai tomar forma em seu devido tempo e não quero que minhas expectativas me decepcionem. Pretendo ler cada um dos roteiros que me entreguem e analisar cada projeto separado, porque meu objetivo principal nesta vida é a qualidade como fruto do meu trabalho. E não quero que nada me distraia disto.”



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