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Fonte: The Hollywood Reporter

A atriz assiste a sua nova comédia altamente conceituada e para o seu curto período no MCU: “foi muito legal simplesmente estar naquele set e ver um pouquinho do que foi filmado antes do mundo inteiro ver.”

Katherine Langford ainda está no começo de sua carreira.

A atriz australiana já tem um curriculum bem impressionante que inclui duas séries hits da Netflix, ’13 Reasons Why’ e ‘Cursed’, bem como dois filmes estimados em ‘Entre Facas e Segredos’ e ‘Com Amor, Simon’. Em seu último retorno para as telas, Katherine estrela em ‘Spontaneous’ de Brian Duffield, uma ficção científica e comédia altamente conceituada que está atualmente registrando uma nota de 97% entre as críticas do Rotten Tomatoes.

‘Spontaneous’ foca na Mara de Katherine e em seu relacionamento em construção com Dylan de Charlie Plummer. A pegadinha é que a história de amor deles começa entre uma pandemia em ascenção que envolve explosões espontâneas de adolescentes na escola deles. Mesmo o filme tendo sido gravado no início de 2018, o filme possui parapelos diretos com a história da pandemia do coronavírus, algo que nenhum dos criadores poderia imaginar que aconteceria.

“Em termos de relevância, ninguém poderia imaginar como isto iria impactar quando nós gravamos há três anos,” Katherine conta ao The Hollywood Reporter. “O problema disto, novamente, é esta comédia satírica com momentos muito bonitos e pé no chão e, definitivamente, possui esta curva de aprendizado ‘tornando-se um adulto’. Mas o mundo é um lugar muito diferente agora em termos da relevância do filme e ninguém esperaria o quão parecido com a realidade se tornaria.”

Se alguém fosse pressionado para nomear um único revés para Katherine, seria sua cena deletada em ‘Avengers: Endgame’, o filme de maior bilheteria da história, mas graças ao advento do Disney+, também como um entretenimento domiciliar, a cena ainda está sendo vista por milhões de fãs da Marvel. Na cena não finalizada, Katherine interpreta uma Morgan Stark crescida que se encontra com Robert Downey Jr. (Tony Stark) antes do seu último sacrifício e Morgan reafirma que seu pai fez a escolha certa. Para se preparar para esta cena, Katherine revela que ela e Downey Jr. assistiam diariamente as cenas dele com Lexi Rabe em Endgame, a jovem atriz que interpretou a Morgan Stark de 5 anos de idade.

“Talvez um dia antes no set, Robert Downey Jr. teve algumas diárias e nós assistimos algumas apenas para nos contextualizar. Mas, sim, foi muito legal simplesmente estar naquele set e ver um pouco do que foi filmado antes que o resto do mundo visse.”

Em uma conversa recente com o THR, Katherine também discute seus diversos projetos de sucesso e o momento “Carrie” que ela teve enquanto filmava ‘Spontanenous’.

‘Spontaneous’ já está indo muito bem nas críticas. Você também tem duas séries de sucesso da Netflix no seu curriculum, ’13 Reasons Why’ e ‘Cursed’, bem como os dois amados filmes ‘Entre Facas e Segredos’ e ‘Com Amor, Simon’. Você teve a oportunidade de parar para pensar neste caminha incrível que você tem trilhado?
Primeiramente, obrigada. É muito gentil da sua parte. Eu me sinto com muita sorte por ter feito parte dos projetos que eu fiz até então e eu tive uma incrível primeira oportunidade. Eu sempre sou muito grata por ter tido a oportunidade de demonstrar e ter a oportunidade de fazer um trabalho bom, do qual eu tenho orgulho. E poder trabalhar com outras pessoas fabulosas, é simplesmente um sentimento muito surreal e é algo que eu sempre sou grata por ter. Eu ainda sou muito jovem e eu tenho muito o que aprender e muito mais o que fazer. Então eu estou ansiosa para poder continuar aprendendo de pessoas boas.

Eu estou curioso com as circunstâncias em que te contaram pela primeira vez a premissa de ‘Spontaneous’. Qual foi a sua reação inicial ao ouvir ou ler aquela estudante sentada na frente da sua personagem, Mara, explodir espontaneamente nos primeiros segundos do filme?
(Risos) Bom, eu não estava esperando isto. Isto é a primeira coisa que pula na minha cabeça. A segunda coisa, nós filmamos isto há quase três anos e quando eu li pela primeira vez, o mundo era um lugar muito diferente do que é atualmente, particularmente neste momento que estamos vivendo. Para mim, possuía este sabor existencial, tipo existencialismo prematura, mas também esta sátira incrível, e eu achei que isto seria algo que ia ser tão único, mas também teria momentos muito emocionantes e genuinos. Mas na maior parte, era simplesmente comédia satírica, só que agora é mais parecida com a realidade. Esperamos que algum desses momentos ainda estejam aí e eu acho que ainda acaba com um sentimento de esperança.

Este filme há diversos cortes de combinação em que a Mara está fazendo algo em uma cena e isto se move e a leva para um local diferente. Esses momentos estavam no roteiro?
Sim, tudo que nós fizemos estava no roteiro, mas o Brian Duffield realmente nos deixou brincar mais com as cenas com diálogo mais pesado entre os personagens e seus relacionamentos. Na verdade há uma cena muito linda entre a Mara e Tess (Hayley Law), que foi quase completamente improvisada e isto foi apenas nós duas interpretando. E quanto ao resto, tudo foi graças ao Brian Duffield. Ele escreveu, ele dirigiu e, na maior parte, ele conseguiu executar a visão dele de como ele gostaria de ver.

Apesar do alto conceito de explodir adolescentes, o filme ainda parece ser bastante enraizado enquanto lida com alguns assuntos importantes e pesados. Enquanto eu entenderia o porque de alguns atores ficariam tentados a elevar sua performance para combinar com o alto conceito, o Brian fez este ponto de que o alto conceito não deveria mudar a forma que você normalmente aborda materiais dramáticos ou de comédia?
Eu não sei se ele especificamente falou sobre isso. Talvez ele não precisou – pelo menos da minha perspectiva quando eu estava lendo e quando nós ensaiamos. Eu vou continuar falando todas as coisas boas do Brian Duffield, porque ele realmente é um escritor incrível e diretor e a forma que ele escreveu isto, você tem esses momentos de sátira e preocupação exacerbada que de alguma forma é meio caricaturado. Eu acho que dependeu apenas da escrita e do roteiro que ele escreveu, que tem este equilíbrio lá inatamente. Eu também creditaria os atores e as dinâmicas e os relacionamentos entre os atores. Isso é algo que eu me orgulho muito e eu sou muito grata pela escolha do elenco. A Mara é bastante inquieta e energética; ela é meio que um pequeno vaga-lume em uma jarra. A dinâmica entre a Mara e Dylan (Charlie Blummer) equilibra tudo de uma forma linda e também funciona como três quando a Tess, Dylan e Mara estão juntos. Então, foi mais um equilíbrio, e o Brian não precisou explicar tudo porque estava presente no trabalho.

Há um momento em que a Mara olha para a câmera e diz algo sobre ser um certo tipo de presidente…
Risos.

Por motivos que podem ser presumidos, eu tenho um sentimento de que um meme popular pode surgir deste momento. Eu sei que você não faz momentos de meme propositalmente, mas o pensamento pelo menos entrou no fundo da sua cabeça?
Em termos de relevância, ninguém poderia imaginar como isto iria impactar quando nós gravamos há três anos. O problema disto, novamente, é esta comédia satírica com momentos muito bonitos e pé no chão e, definitivamente, possui esta curva de aprendizado ‘tornando-se um adulto’. Mas o mundo é um lugar muito diferente agora em termos da relevância do filme e ninguém esperaria o quão parecido com a realidade se tornaria.

Quantas tomadas você precisou para quebrar o pára-brisa traseiro daquele carro com uma garrafa?
Sabe de uma coisa? Eu sou uma boa lançadora. Eu acho que eu tenho um braço muito bom em mim, então eu acho que não foram muitas tomadas. Eu acho que nós também só tínhamos três garrafas que quebrariam. Todas aquelas garrafas com líquido foram feitas de vidro de açúcar e uma delas quebrou. Então eu acho que foram apenas duas tomadas, mas é um dos meus momentos mais leves favoritos do filme.

E o que eles usaram para a gosma sangrenta? Ainda é xarope de milho e outra coisa?
Sim, é uma mistura deliciosa de xarope de milho, corante e alguma outra coisa. Eu preciso dar créditos ao nosso departamento de adereços, porque eles criaram diferentes tipos e consistências de xarope de sangue. Parte disto veio do Brian também, já que nós usamos explosões de diversas formas neste filme. Eu acho que houve muita pesquisa sobre como as coisas espirrariam e eles precisaram fazer diversos testes enquanto era espirrado, jogado por um canhão ou sei lá. Então eles tinham um arranjo de sangues e há uma cena em que ele simplesmente vem de um balde. Eu acho que eu não deveria, mas eu lidei provavelmente com um balde inteiro de sangue em um momento bem “Carrie”. Então vamos apenas dizer que foi uma limpeza muito bagunçada e uma gravação muito bagunçada.

Só por curiosidade, você assistia diariamente a Lexi Rabe, a jovem atriz que interpretou a Morgan Stark de 5 anos de idade, enquanto você preparava a versão crescida da personagem em ‘Avengers: Endgame’?
Nossa, isso foi há um pouco de tempo, mas talvez um dia antes no set, o Robert Downey Jr. tinham algumas diárias e nós assistimos a algumas apenas para nos contextualizar. Mas sim, foi muito legal simplesmente estar naquele set e ver um pouquinho do que foi filmado antes que o resto do mundo visse.

Eu estou bem perdido no tempo, mas eu amo a cena da ligação telefônica entre você e a Ana de Armas em ‘Entre Facas e Segredos’. Ela e eu falamos sobre a chamada e sobre o quão valioso foi ter você presente, fora da cena, ao lado dela da chamada. Ela também fez o mesmo para o seu lado e você pode dizer que tanta generosidade entre atores geram uma cena ainda melhor.
Ah, eu fico tão feliz de ouvir isto. Eu me diverti muito trabalhando nisto. Ana, Jamie Lee Curtis, Chris Evans, Daniel Craig – todos eles foram incríveis. Foi um filme muito especial de se fazer parte, assim como este.



Fonte: Cultured Vultures

Eu sentei e conversei com o escritor/diretor Brian Duffield sobre seu novo filme ‘Spontaneous’. Duffield, conhecido por seu trabalho como roteirista em filmes como ‘Ameaça Profunda’, ‘Insurgente’ e ‘The Babysitter’, entrega um conto sombriamente engraçado com o qual o público irá se identificar enquanto tentam navegar no clima incerto da atualidade. No filme, veteranos do ensino médio encontram-se explodindo espontaneamente (daí surge o título do filme), sem nenhuma explicação do que estaria causando isto e como parar.

Enquanto eles lutam para sobreviver em um mundo em que cada momento pode ser o ´¨ltimo, um romance inesperado aflora entre Mara (Katherine Langford) e Dylan (Charlie Plummer), que descobriu que quando o amanhã não é mais prometido, eles finalmente podem começar a viver o presente.

‘Spontaneous’ é sua estreia na direção. Me conte sobre o destaque das gravações como diretor de primeira viagem. Quais foram os doces altos ou os baixos absolutos?
Naturalmente, trabalhar com os atores, trabalhar com Katherine, Charlie, Hayley, Rob, Piper, Chelah, Yvonne… É uma lista muito longa de pessoas. Eles me fizeram parecer bom. (Nós rimos) Algumas das pessoas mais adoráveis de se trabalhar com – este aspecto foi o mais divertido. Especialmente a Katherine, porque ela está em todas as cenas, minha valorização dela aumentou, tanto como uma parte criativa no filme quando como alguém que trabalhou comigo. A Katherine foi muito especial, alguém que eu realmente estimo. Também, trabalhar com todo o sangue e todas as coisas de ação, foi realmente emocionante finalmente ter chance de criar algumas coisas no set divertidas de ação.

(…)

‘Spontaneous’ envolve alguns veteranos do ensino médio que espontaneamente exploderm. Isto é um conceito para dificuldades com a saúde mental, a volatilidade de ser novo, ou ele serve para refletir as maiores incertezas da vida?
Eu acho que você acertou em cheio. Katherine, Charlie, Hayley e eu falamos muito sobre nos certificar de que todas as emoções do filme dessem certo, e ainda deram certo se você falasse sobre combustão espontânea e substituir com – Deus que me perdoe – um vírus, ou algo tão ruim, um evento traumático que as pessoas vivenciam, as emoções do filme e o que a personagem da Katherine vivencia ainda seria autêntica e real. Nós falamos sobre o quão é meio que tipo ‘A Culpa é Das Estrelas’, mas ao invés de as pessoas terem câncer elas estão explodindo.



Minka Kelly

Fonte: Deadline e Cinemaginando

Katherine Langford será a protagonista da ficção-científica Spontaneous, baseado no livro de mesmo nome escrito por Aaron Starmer. O roteirista Brian Duffield (A Babá) vai estrear na direção.

Publicado em 2016, a trama do livro segue Mara Carlye (Katherine), cuja vida mudou para sempre quando os alunos da sua classe superior literalmente explodem sem explicação. À medida que os alunos continuam a explodir como balões e a cidade cai no caos e apatia, Mara e seus amigos ficam juntos enquanto aguardam a possível combustão – imaginando que parte da vida vale a pena viver, se isso pudesse terminar de repente.

O projeto ainda não tem previsão de lançamento.



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