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Fonte: Grazia Itália

 

Para se tornar a protagonista de uma das séries fenômeno dos últimos anos, é preciso habilidade, obstinação e uma pitada de sorte. Além de estar no momento certo, é necessária sabedoria e coragem.

A atriz Katherine Langford, de 24 anos, possui todas essas qualidades e uma beleza clássica, mas não trivial, que lhe permitiu também se tornar a nova embaixadora da L’Oréal Paris.

Dois anos atrás – por ocasião de uma entrevista anterior para a segunda temporada de ’13 Reasons Why’, a série da Netflix que a transformou mundialmente famosa – Katherine havia me dito que seu sonho era tirar algum tempo para viajar, aproveitar que era jovem e da ausência de laços para se sentir livre. Mas agora as prioridades, também para ela, mudaram radicalmente. “Hoje me considero sortuda por poder passar a quarentena em um local seguro, enquanto para muitas outras pessoas foi uma experiência terrível. No momento, estou tentando reconstruir uma nova vida cotidiana”. Enquanto isso, poderemos segui-la em suas duas novas aventuras: a colaboração com a L’Oréal Paris (de setembro) e, a partir de 17 de julho, a nova série, sempre da Netflix, ‘Cursed’, na qual Langford muda de pele. Ela não será mais uma adolescente problemática, mas uma heroína de fantasia. Seu personagem é a ’Senhora do Lago’, a “fada” que, segundo a lenda, entregou a espada Excalibur ao rei Arthur.

É quase uma simples reinterpretação do ciclo arturiano.
De fato, quando você pensa nessas lendas, você se lembra do mágico Merlin, os cavaleiros da Mesa Redonda, enquanto as mulheres estão sempre à margem. Ter a oportunidade de contar a história de um dos personagens mais complexos da saga que nunca havia sido explorado antes me deixa feliz. A ‘Senhora do Lago’ é uma heroína e enfrenta uma série de dificuldades que fazem parte dela como mulher. Sempre fomos capazes de gestos heróicos, só que nossos feitos quase nunca foram contados.

Quais são suas heroínas na vida real?
Eu cresci cercada por mulheres muito fortes, então não percebia, mas agora, quando olho para a minha infância, vejo a sorte que tive: elas me criaram, tiveram uma influência positiva em mim.

Quem em particular?
Minha mãe. Mas mesmo o meu pai, desde criança, senti que minhas habilidades eram importante para eles. Também houveram alguns professores que tiveram um papel importante. Foi no ensino médio, graças aos meus companheiros que começaram a se interessar pela participação de gênero, que percebi completamente as desigualdades sistemáticas entre homens e mulheres pela primeira vez. Uma vez que você está ciente disso, não pode deixar de notar como isso acontece continuamente. e quanto mais você percebe, mais aprende.

Você começou a trabalhar quando a indústria cinematográfica começou a tomar ciência do problema.
É verdade, comecei a atuar em uma fase em que se falava de desigualdade, da necessidade de garantir os mesmos direitos para todos, independentemente de gênero, raça, fé religiosa e identidade sexual. Quero fazer minha voz ser ouvida: lutar juntos nos tornará mais fortes.

Dizem que uma crise global como a que estamos enfrentando também é uma oportunidade. O que você acha disto?
Ter parado por um longo tempo, mudando o ritmo em comparação aos últimos dois anos, me ajudou a colocar várias coisas de volta em perspectiva e o mesmo aconteceu com muitas outras pessoas. Se o ambiente se beneficiou desta parada forçada, acho que deveríamos realmente pensar em como uma mudança em nossos hábitos se refletiu na situação. Não podemos voltar a fazer o que fazíamos antes, temos que passar para um novo normal. Essa emergência permitiu que todos entendessem que existem coisas que podemos melhorar.

Você disse que nos últimos anos sentiu que se tornou uma mulher adulta. Como isso mudou?
Dizem que da adolescência você passa para a idade adulta. Mas para uma garota, isso significa se tornar uma mulher. O que isso implica? Eu ainda estou tentando descobrir. Sei que adquiri mais confiança em mim mesma: viajar continuamente para o trabalho, como fiz nos últimos anos, exige pés firmes no chão, é preciso saber quem você é.

Você se lembra de uma ocasião recente em que se sentiu feliz consigo mesma?
Trabalhar em ‘Cursed’ me fez sentir forte. Eu gostei de filmar as cenas de ação. Quando menina, eu era atleta, pratiquei natação competitiva e, graças à esta série, pude reunir as duas paixões: atuação e esporte. Tivemos cerca de quatro semanas entre os ensaios e o treinamento. A parte mais valiosa desse mês de preparação foi a oportunidade de encontrar um novo estilo na luta.

Isso me lembrou do modo como algumas atletas conseguiram reunir sua feminilidade e desempenho esportivo é interessante.
Existe a ideia de que as meninas não devem ser fortes, que não é uma coisa feminina. Mas é absolutamente errada. Estou muito feliz por ter praticado a competição quando menina, porque isso me fortaleceu. É importante ver atletas e mulheres em geral que são respeitadas por suas habilidades. A rainha do tênis, Serena Williams, por exemplo, é um símbolo para muitas mulheres.

Ser uma embaixadora da L’Oréal Paris significa incorporar também um modelo estético. O que é beleza para você?
Quando eu era mais jovem, experimentei isso como algo avassalador. Então percebi que, graças à maquiagem, ao penteado escolhido, você pode ter controle sobre sua aparência. Quando menina, eu usava pouca maquiagem e, trabalhando, conheci maquiadores e cabeleireiros fantásticos. Aprendi a apreciar o fato de que você pode usar essas ferramentas para criar uma harmonia entre a exterioridade e a maneira como se sente por dentro. A versão mais bonita de si mesmo é você na sua singularidade.



Ela usa um vestido floral da Isabel Manant, botas com saltos, o cabelo castanho até o meio das costas. Ela se parece com uma jovem Liv Tyler: lábios grossos, olhos cor de mar e um sorriso ingênuo. Aqui está Katherine Langford, 22 anos, novata, espontânea e amada em Hollywood, mas não faz muito tempo. No dia anterior, a atriz australiana foi nomeada ao Globo de Ouro na categoria ‘Melhor Atriz’ por seu primeiro papel, o de Hannah Baker, a adolescente suicida e narradora da série ’13 Reasons Why’, ao lado de veteranas como Claire Foy e Elisabeth Moss. Ela não ganhou, mas afirmou que: “Há um ano, eu tinha acabado de filmar a primeira temporada e estava em casa, e foi a Claire Foy quem ganhou. Ser nomeada neste ano, na mesma categoria que ela, parecia surreal. Eu me sinto privilegiada por ter começado no ramo com um papel tão substancial e tão bem recebido pelas mulheres desta indústria.”. Alguns dias antes, ela foi convidada para uma reunião dos fundadores do movimento Time’s Up, Reese Witherspoon, Laura Dern e Lena Dunham. Ela conta com 11 milhões de seguidores no Instagram e milhares de fãs de ’13 Reasons Why’ pelo mundo, a série mais twittada de 2017. A mais controversa também, acusada de glamorizar o suicídio.

“Não imaginávamos a extensão de seu sucesso e sabíamos que falar sobre essas questões provocaria diversas reações. Esta série desperta uma discussão necessária. Eu só incentivo as pessoas a assistirem se elas se sentirem fortes o suficiente”, ela diz enquanto promove seu primeiro filme, ‘Com Amor, Simon’, atualmente. A adaptação bem sucedida do livro bestseller de Becky Albertalli, produzida pelo estúdio e autores da série ‘This Is Us’, que conta a história de um adolescente saindo do armário. Outro projeto com uma mensagem social. Outro filme que se passa no ensino médio. Uma escolha consciente?

“Na verdade não, mas uma das satisfações de ser atriz é poder participar de trabalhos que podem influenciar as pessoas”, continua ela. Em ‘Com Amor, Simon’, ela interpreta Leah, a melhor amiga e secretamente apaixonada, por Simon (Nick Robinson), que tem que administrar seus sentimentos quando descobre a homossexualidade de seu amigo. “O cenário me desafiou e me trouxe de volta emoções que eu poderia ter experienciado (…) ‘Com Amor, Simon’ é, acima de tudo, uma história de amor entre dois garotos. Nunca foi produzida uma história dessas fora do cinema independente.”

Nascida de pais médicos em Perth, Austrália Ocidental, Katherine Langford, que pratica natação, canto clássico e piano, é apaixonada por história e ficção científica. Foi em um show da Lady Gaga, seu ídolo, que ela decidiu se tornar uma artista. Ela começou a fazer aulas de teatro aos 18 anos e conseguiu o papel principal de ’13 Reasons Why’, enquanto Selena Gomez, que produziu a série, ficou impressionada com o teste de Katherine. Na tela, a atriz tem um poder e uma vulnerabilidade que garantem sucesso instantâneo. Katherine Langford se tornou a voz de uma geração que não tem mais medo de se expressar. No filme de fantasia ‘Spontaneous’, que está em pós produção, ela novamente interpreta uma estudante do ensino médio: “São histórias que dialogam comigo e se dirigem a todos! Eu tenho outros projetos em mente, mas isso será diferente”. Bela coincidência, o filme de Lady Gaga, que será lançado em outubro é chamado ‘A Star Is Born’ (Nasce Uma Estrela) e não há dúvidas sobre isto.

Confira os scans da revista a seguir:



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