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Fonte: Glamour México

Não há dúvidas de que vivemos um período emocionante no mundo do entretenimento, onde as atrizes têm a oportunidade de interpretar personagens surpreendentes, bem construídos e que contam histórias de coragem e força e, finalmente, eliminando a ideia de que as mulheres são apenas “donzelas em perigo”, chega Katherine Langford com uma série espetacular, que será a favorita dos amantes de histórias épicas.

Este mês estreia ‘Cursed’, a nova série da Netflix inspirada no livro homônimo, desenhado por Frank Miller; é protagonizada – além de por Katherine Langford – por Devon Terrell, Gustaf Skarsgard e Daniel Sharman e nesta história nós conhecemos a Nimue: uma mulher corajosa, aprendiz perspicaz e a primeira a pessoa a encontrar a espada Excalibur (sim, antes do Rei Arthur). Assim, toda a sua jornada para se tornar uma lenda será cheia de poder, inspiração e maturidade.

O mundo inteiro conheceu Katherine Langford por seu papel grandioso em ’13 Reasons Why’, a série da Netflix que, sem dúvidas, mexeu no mundo do entretenimento pelos temas tão crus e reais que foram tratados. Tanto que, justamente uma das cenas de Katherine Langford no final da série, foi uma das mais impactantes e comoveu muitas pessoas. Ela ganhou o reconhecimento do público e de diretores por seu grandioso trabalho; para mostra, os dois primeiros episódios de ‘Cursed’ foram dirigidos por Zetna Fuentes, que em entrevista para a Glamour México, falou do grande prazer que foi trabalhar com Katherine: “Dirigi-la foi espetacular. Amo o mundo dela, a forma que ela trabalha me encanta, ela tem um talento enorme e é cheia de vida… Ela dá tudo de si mesma para que as coisas funcionem. Ela deu tudo para a Nimue, inclusive ela fez muitas perguntas para aperfeiçoar o papel, ela se entregou para a história. Definitivamente é um prazer trabalhar com ela.”

Depois se despedir de ’13 Reasons Why’, Katherine Langford já está marcando seu território na indústria com papéis em grandes séries e filmes como ‘Com Amor, Simon’, ‘Entre Facas e Segredos’ e, inclusive, teve um papel na saga de ‘Avengers’. Mas agora precisamos falar da série que nos dará uma nova heroína em uma aventura épica: ‘Cursed’.

Katherine Langford confessou para a Glamour que foi muito enriquecedor interpretar uma personagem como Nimue, da história medieval na linha de personagens como o Rei Arthur e Merlin. “Foi algo muito interessante para mim em diversos níveis. Eu mesma cresci vendo histórias do gênero fantasia e lembro, por exemplo, de ver a Jennifer Lawrence interpretar a Katniss em ‘Jogos Vorazes’, ou também da Angelina Jolie em ‘Tomb Raider’.” Grandes influências! Não há duvidas de que Katherine tirou delas uma boa inspiração para sua personagem, que desde o primeiro episódio entra no modo batalha para sobreviver e agora se juntará à lista de personagens corajosos.

O que amamos nas atrizes como Katherine Langford interpretando um papel como este é que nestas histórias, atores já não são mais considerados protagonistas, mas as mulheres também podem criar histórias deste nível. “Personagens como o meu são muito interessantes, ainda mais quando são baseados em lendas. ‘Cursed’ é baseada em uma das lendas mais importantes da literatura inglesa, portanto é interessante conhecer a fundo a lenda desta mulher que muita gente não conhece, que também é conhecida como ‘Senhora do Lago’. Estou muito feliz, não apenas por dar vida à Nimue para a sua história seja conhecida a nível mundial, mas também por ter a possibilidade de narrar um caminho que uma mulher passa para se tornar uma heroína. Foi tudo uma honra e também um desafio, porém um desafio muito divertido.”

Bom, Katherine Langford é conhecida por ter interpretado um drama muito intenso como foi ’13 Reasons Why’, agora vem o desafio de tentar novos estilos e gêneros e fazer com que ‘Cursed’ faça uma mudança total em sua filmografia. “É a primeira vez que faço algo deste nível e com este gênero. É a primeira vez também que tive que aprender uma grande quantidade de novas habilidades: aprendi equitação, lutar com uma espada. Esta era uma das razões pelas quais eu estava tão empolgada com este papel, haviam muitas coisas novas para aprender!” E qual é o maior aprendizada que a Katherine Langford leva deste papel? “Depois de tudo isto, passei a ter uma nova perspectiva sobre este mundo, especialmente me fez começar a respeitá-lo profundamente. As histórias épicas demandam muito trabalho, tanto por parte do elenco quanto da produção, eles investem tanto esforço e energia nestas histórias que, de verdade, agradeço a oportunidade de ter isto na minha vida.”



Fonte: Glamour UK

Katherine Langford ascendeu para a fama após estrelar como Hannah, uma adolescente que tirou sua própria vida em ’13 Reasons Why’. A série da Netflix não só engatou a carreira dela e a rendeu uma indicação ao ‘Globo de Ouro’, engatou uma nova discussão acerca de saúde mental.

Através do poder do Zoom, Katherine sentou à minha frente na sala de seu esconderijo europeu de quarentena, após se encontrar entre seu país natal, Austrália, e os EUA (Katherine é bem privada sobre seu paradeiro, com 16.6 milhões de seguidores no Instagram) e logo após a quarta e última temporada de ’13 Reasons Why’ ser lançada. O visual dela é relaxado e ela está aquecida; ela está usando uma camisa larga, com o cabelo solto e apenas um ponto leve de maquiagem. Ela me conta que começar uma discussão sobre saúde mental tão cedo na carreira dela é uma das coisas que mais a orgulha, mesmo se às vezes custar sua própria saúde emocional.

“Eu acho que de início, apenas ter papéis que se relacionam com saúde mental foi tão importante. Mas eu sou uma pessoa bem empática,” conta a atriz de 24 anos de idade. “Eu aprendi a me controlar fazendo isto agora, porque às vezes se eu ouço a história de alguém e a pessoa está chorando, eu choro com ela porque eu sinto aquela dor. Ouvir as histórias das outras pessoas me fez perceber o quão humanos todos nós somos. Eu senti isto e passei por tantas coisas enquanto eu crescia, mas você percebe que todos nós temos reações parecidas conforme vamos ficando mais velhos.”

Agora, ela aprendeu a cuidar da sua própria saúde mental, eu me pergunto, especialmente tendo em vista as discussões controversas sobre o trabalho dela? “É uma jornada, amor! Eu acho que nós sempre estamos tentando cuidar e sempre aprendendo,” ela responde. Para muitos de nós, os eventos dos últimos meses transformaram esta jornada em uma montanha-russa e a Katherine não é diferente.

Apesar de ter uma nova coleção de plantas para “conversar e cantar” – incluindo uma ficus chamada Eric por causa do Eric Clapton – Katherine passou a maior parte da quarentena sozinha. “Eu estava precisando desacelerar, mas eu passei por alguns altos e baixos porque foi muito esmagador,” ela conta. “Às vezes, você se sente bem solitário. Eu só queria um abraço. Eu sinto falta de abraços.”

É essa relacionabilidade e o fato de ela representar uma nova geração tanto na frente quanto por trás das câmeras que fizeram com que a Katherine fosse recentemente nomeada a mais nova embaixadora da L’Oreal Paris e ‘Woman of Worth’ – ela não é simplesmente um ‘rosto’ ela representa mais do que uma imagem. Apesar dos altos e baixos da vida atualmente, ela sente que vale à pena?

“Ninguém nunca sente 100%, mas você sempre vale à pena,” ela diz, com um rápido sorriso no rosto. “Alguns dias eu acordo e eu não me sinto bem. Como na quarentena agora, quando eu estou sozinha e você está usando o mesmo pijama há três dias e não vê ninguém. Mesmo você não acreditando naquilo naquele momento, você sempre vale aquela atenção. Diga suas próprias afirmações tipo ‘Garota, levante da cama, você vai conseguir’. Qualquer coisa que você quiser fazer, você pode fazer. É esta crença e esta coragem!”

As afirmações positivas certamente são convenientes tendo em vista seu papel mais recente, a resposta da Netflix para ‘Game of Thrones’, ‘Cursed’. Em uma remodelação feminista da lenda Arthuriana, a Nimue de Katherine – LEVE SPOILER: que está destinada a se tornar a ‘Senhora do Lago’ – une forças com um mercenário (Arthur) para entregar a abominável e antiga espada para Merlin. Mas em uma versão verdadeira de 2020, a própria Nimue detém o poder ao invés do futuro Rei Arthur.

Dois anos de produção, com um ano sólido filmando nos lugares mais profundos, sombrios – e naturalmente mais molhados – pelo Reino Unido, desde Cornwall até o país de Gales, as filmagens de ‘Cursed’ não foi sem desafios para Katherine. “A magnitude deste trabalho é algo que eu acho que ninguém esperava,” ela disse, inchando as bochechas. “Eu precisei aprender a lutar com espadas, andar a cavalo e aprender um novo dialeto inglês e mantê-lo durante 16 horas por dia. Eu precisava conseguir fazer essas acrobacias e manter esta energia sem me machucar. Alguns dias nós simplesmente precisávamos conseguir a cena e eu passava muito tempo na água e se você está sentindo frio, seus lábios vão tremer. Então eu aprendi a respirar através do método Wim Hof – uma respiração muito controlada – apenas para filmar poucos segundos em que seus lábios não estivessem tremendo.” Como se isto não fosse suficiente, ela até mesmo co-criou e cantou a música tema da série “I Could Be Your King”. Há ALGO que a Katherine não consegue fazer? Vamos aguarda…

Mostrando a completa resiliência desta nova rainha multifacetada das telas foi algo imperativo para a Katherine. “Fazer com que a Nimue fosse forte deste jeito e uma personagem capaz foi exatamente o que eu queria alcançar. Eu quero que jovens garotas vejam não só que elas podem ser fortes e que podem lutar, mas que elas podem fazer isto de uma forma que as honre, honre o corpo delas e também honre o gênero delas.”

No entanto, a percepção de sua própria força física – e crucialmente mental – aconteceu bem antes da época em que ela assumiu seu assento na mesa redonda do Arthur. Ela cresceu em Perth, Austrália com sua mãe Elizabeth, uma pediatra, seu pai Stephen, um “flying doctor” e sua irmã Josephine, também atriz, que estrelou no romance adolescente da infância dela, ‘After’. Katherine diz: “Eu amava e a Austrália é um dos lugares mais mágicos da Terra para mim. Mas o pensamento de me tornar uma atriz não parecia alcançável, ainda mais a possibilidade de fazer isto por tantos anos.”

Ao invés de perseguir seu sonho de atuação, ela focou em se tornar uma nadadora profissional nacionalmente conhecida, o que deu à ela fé em sua imagem corporal – algo que provou ser inestimável ao entrar em uma indústria que ainda é obcecada com a aparência. “Eu acho que não foi até recentemente e talvez até mesmo durante ‘Cursed’ que eu comecei a dar crédito ao meu corpo pelo que eu estava fazendo ele passar,” ela diz. “Por um lado, eu cresci fazendo esporte com um certo valor no meu corpo. Eu não focava apenas na aparência do meu corpo. Por outro lado, você enfrenta outras críticas como ‘você não vai caber nesta roupa, seu corpo não é deste jeito e você é muito forte’ – não que isto seja grande coisa. Eu sou muito grata por ter mantido este respeito pelas capacidades do meu corpo ao entrar nesta indústria. Eu já ouvi de várias garotas e também de garotos que disseram que adorou ver alguém que parecesse com eles!”

Se sentir refletida e vista não foi algo que cresceu junto com a Katherine, já que ela teve dificuldades em se encontrar quando estava na escola. “Eu não sabia onde eu me encaixava e isto era um grande problema para mim, eu fazia esportes mas eu também era ‘feminina’ e eu gostava de maquiagem, mas eu não queria fazer parte daquele grupo de garotas populares e eu também era nerd. Eu lembro que havia essa ‘revista de meninas’ e haviam fotos de celebridades com uma frase delas. Tinha uma foto da Scarlett Johansson que estava falando algo como ‘Simplesmente seja você mesma’. Eu tinha 12 anos de idade e eu vi isto e eu fiquei pensando ‘Mas quem eu sou? Me diga quem eu devo ser. Eu devo me vestir de uma certa forma e aí eu viro esta pessoa?'” Felizmente para a Katherine, Lady Gaga se tornou sua ‘mamma’ da cultura pop mostrando para ela que nós nascemos de fato desta forma.

Este questionamento de sua própria identidade fluiu de uma forma que ela vislumbrou sua própria jornada da beleza também. “Quando eu era mais nova, beleza ou ser bonita correspondia a ser parecido com outra pessoa,” ela diz. “Eu acho que eu me senti um pouco intimidada com maquiagem, porque a minha mãe não usava muito e eu não queria usar muito por causa do esporte. Então às vezes a beleza parecia bem opressora e conseguir ver isto como algo expressivo e libertador foi simplesmente muito libertador.”

Katherine é certamente libertadora e no controle de sua própria beleza agora, fazendo sua própria maquiagem para o ensaio fotográfico de capa da GLAMOUR sob as instruções da diretora Val Garland, diretora de maquiagem global da L’Oréal Paris, e tirando suas próprias fotos em um iPhone.

Criar fotos para capas é algo que a Katherine ainda diz que “não consegue acreditar” que ela faça parte disto, após uma jornada difícil no começo de sua carreira. “Uma das grandes lições que eu já tive foi quando eu entrei na escola de teatro após fazer testes durante três anos. Me pediram para fazer audições em dois projetos nos EUA e no Reino Unido. Então eu recusei a escola de teatro para fazê-los e fui rejeitada em ambos,” ela me conta, jogando seu longo cabelo da direita para a esquerda.

“Eu voltei para a Austrália sem poder ir para a escola, sem um trabalho e eu precisei pedir meu emprego no bar de volta. Foi naquele momento que eu estava no fundo do poço. Eu não sabia o que eu ia fazer, se eu nasci para fazer isto ou se isto sequer era possível,” ela continuou. “Eu continuei fazendo audições e foi algumas semanas após isto que o meu primeiro projeto, que acabou sendo ’13 Reasons Why’ surgiu. Isto para mim foi um grande ponto de reviravolta. Eu precisei reunir muita força para continuar fazendo isto. Eu quase desisti. Eu acho que eu quase não estaria aqui se eu não tivesse insistido. Eu sou muito grata e agradecida que tudo deu certo e a jovem Katherine continuou insistindo.”

Agora com 24 anos, Katherine certamente está fazendo o que gosta e se assegurando de que sua voz ainda seja ouvida, apesar da narrativa desatualizada sobre “mulheres difíceis” na sociedade. “Você está com tanta vontade de agradar no sentido de fazer o seu trabalho dando o seu melhor,” ela diz. “Você ouve todas essas histórias sobre as pessoas serem ‘difíceis’. Então eu tenho muita consciência de que ‘Eu não quero ser difícil.’ Ainda tem uma parte de mim que reconhece que mesmo se eu disser algo independentemente do quão eloquente ou lógico seja, vai ser visto de uma forma diferente.”

“Com ‘Cursed’ eu não fui reprimida, tipo quando as pessoas te chamam de ‘querida’ ou ‘fofa’. Havia um respeito que eu também aprendi fazendo certas acrobacias. Quando a sua voz pode ser ouvida e as pessoas podem respeita-la, ouvi-la, sem prejudicar ou sem outras ideias, é assim que deveria ser. A voz de todo mundo é igual e todo mundo tem sua própria experiência para contar, a opinião de todo mundo é válida e importante.”

Trabalhar em favor do mundo #MeToo, em que a irmandade é agora mais celebrada do que nunca fez igualmente com que Katherine sentisse que a opinião dela não é só importante mas sim válida. “Minha primeira indicação ao ‘Globo de Ouro’ veio na época do movimento ‘Time’s Up’. Reese Whiterspoon me procurou e nós conversamos no telefone. Eu pensei ‘Ai meu Deus, essa pessoa quer me dar boas vindas’. Nós tivemos uma reunião no dia seguinte e eu entrei neste cômodo com 25 das atrizes mais experientes, eu fiquei em choque, mas ao mesmo tempo eu me senti muito bem vinda. Eu fiquei um pouco chorosa quando eu estava falando com algumas delas, porque, especialmente crescendo nesta indústria, você ouve essas coisas tipo ‘Mulheres são deste jeito, mulheres são daquele jeito’ e pareceu ser tão distante da realidade,” Katherine continua. “Perceber que nós na verdade não precisamos competir – nós somos uma força tão indomável juntas quando nós realmente apoiamos umas as outras e ficamos juntas, isto só serve para nos levantar!”

Com o aumento da apreciação pelo trabalho dela, é seguro dizer que Katherine não vai aceitar ser rotulada – nem agora, nem nunca. “Eu acho que eu ainda não sei 100% quem eu sou e eu não quero colocar rótulos em mim mesma, porque nós colocamos rótulos nas coisas para fazê-las mais fáceis de digerir. Eu ainda me sinto inquieta, mas de uma forma boa porque foda-se isto, foda-se, eu vou ser eu mesma.” Por um segundo, eu sou agraciado um um pouco de como é viver na cabeça da Katherine, enquanto ela pausa e diz: “Desculpa, acabou de vir uma música da Gaga na minha cabeça em que ela canta ‘Mulher forte, eu não preciso de permissão!'”

Este é o espírito de Katherine Langford, ela não está pedindo permissão para ninguém, ela não está pedindo desculpas por seguir seu próprio caminho em uma nova Hollywood.



Nos dois últimos meses têm ocorrido as semanas de moda em Paris, Nova Iorque, Milão e Londres. Katherine Langford, que atualmente se encontra no Reino Unido para gravação de sua nova série ‘Cursed’, compareceu ao desfile da Maison Valentino nesta última semana durante a Paris Fashion Week. Ao lado de celebridades como Lili Reinhart, Liya Kebede e Janelle Monae, que vestiam a marca, todas usaram a cor vermelho, que representava o amor (princípio da nova coleção). Confira as fotos a seguir:

CHEGANDO AO DESFILE

DENTRO DO DESFILE

COM FÃS

VIDEOS

 



Fonte: W Magazine

O primeiro de da New York Fashion Week, invariavelmente, parece o primeiro dia de escola. Há amigos para conversar, histórias das férias de verão para compartilhar e aulas para comparecer (leia-se: desfiles). E, talvez, não há forma melhor de começá-la do que com um almoço íntimo sob pratos de burrata e taças de vinhos rosé (ei, é um volta às aulas para adultos), assim como foi o caso do almoço ‘It Girl’ anual da W, realizado na quinta-feira no recém aberto Mr. C, na South Street Seaport.

O almoço, patrocinado pelo maior editor da W, Lynn Hirshberg, em parceria com Botkier New York, que atualmente está celebrando 15 anos de vestir muitas e muitas garotas do momento, trouxe para a classe deste ano, as mulheres mais talentosas que estão fazendo seu nome sozinhas em filmes, televisão, música, moda e mais, incluindo, Emily Ratajkowski, Katherine Langford, Elizabeth Debicki, Hayley Kiyoko, Poppy, Nina Agdal, Cynthia Erivo, Bel Powley, Dree Hemingway e Debby Ryan. Mas apesar de suas famas imensas – e inúmeros seguidores – a conversa do almoço foi exatamente o que você espera de qualquer grupo de garotas se encontrando após um longo verão distantes.

Para algumas, foi a chance de explorar uma cidade novinha em folha por um período de tempo estendido. “Eu passei o verão em Nova Iorque simplesmente compondo músicas,” disse Katherine, a estrela de ’13 Reasons Why’, da Netflix, e nativa australiana. “Eu acho que a melhor parte foi simplesmente ter 22 anos e vivenciar um verão em Nova Iorque. Eu pude ir à diferentes bares e shows, e compor músicas. Sobre compor música, há realmente uma energia incrível que circula por Nova Iorque, particularmente criativa e artística, e eu encontrei uma noite com microfone aberto ao público. Eu estava doida para praticar algo em uma plateia e, quando as pessoas sabem quem você é, fica mais difícil apenas mostrar o seu trabalho para alguém e ser julgada pelo trabalho. Então eu coloquei uma peruca, fui para o East Village e performei na minha primeira noite de microfone aberto ao público. Eu fui completamente bombardeada, mas foi a melhor experiência.”

Confira as fotos de Katherine no evento em nossa galeria:



No início deste mês, dia 12 de agosto, aconteceu o Teen Choice Awards, cerimônia realizada pela MTV para celebrar as conquistas do ano em música, cinema, televisão, esportes, moda, comédia e internet, e são votados por espectadores com 13 anos ou mais que moram nos Estados Unidos por meio de vários sites de mídia social.

Katherine, compareceu ao evento, juntamente com seus colegas de elenco do filme ‘Com Amor, Simon’, Alexandra Shipp, Nick Robinson, Jorge Lendeborg e Keiynan Lonsdale. A atriz e seus colegas concorreram e ganharam a categoria de Melhor Filme de Comédia com ‘Com Amor, Simon’ – que estava concorrendo com ‘Pai em Dose Dupla 2′, ‘I Feel Pretty’, ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’, ‘Overboard’ ‘A Escolha Perfeita 3’.

Confira fotos e vídeos de Katherine no evento:

PINK CARPET

PREMIAÇÃO

BASTIDORES

VÍDEOS



Fonte: W Magazine

A nova matéria da W Magazine contou com fotos e entrevista exclusivas de Katherine, bem como dos artistas Daveed Diggs, Aubrey Plaza, Claire Danes, Millie Bobby Brown, Evan Peters, Maggie Gyllenhaal, Tahar Rahim, Rachel Brosnahan, Letitia Wright, Dakota Fanning, Dominic Cooper, Frankie Shaw e Luke Grimes.

Confira a seguir a curta e exclusiva entrevista de Kat para a revista, bem como a foto:

’13 Reasons Why’ foi a primeira coisa que eu fiz na vida. Viver em Perth, Austrália, eu não tinha uma grande presença nas redes sociais. Quando o show foi ao ar, da noite pro dia estourou. Eu conversei com Selena Gomez, uma produtora de ’13 Reasons Why’, e ela disse: “A mensagem da série é muito importante.” Então eu entrei em uma onda de ficar tipo, “Redes sociais são bem legais.” Mas quando eu lia o que algumas pessoas estavam dizendo, eu dei um passo para trás. Eu não parei de postar, mas eu sou cuidadosa sobre como eu me posiciono no universo. Qual sua música favorita? Eu não canto muito no karaokê, porque eu acabo gritando. Mas no meu aniversário, eles me presentearam com Gaga a noite inteira. “Yoü and I” me matou. Eu amo um hino: algo que vai mexer com a tropa.

FOTO



Ela usa um vestido floral da Isabel Manant, botas com saltos, o cabelo castanho até o meio das costas. Ela se parece com uma jovem Liv Tyler: lábios grossos, olhos cor de mar e um sorriso ingênuo. Aqui está Katherine Langford, 22 anos, novata, espontânea e amada em Hollywood, mas não faz muito tempo. No dia anterior, a atriz australiana foi nomeada ao Globo de Ouro na categoria ‘Melhor Atriz’ por seu primeiro papel, o de Hannah Baker, a adolescente suicida e narradora da série ’13 Reasons Why’, ao lado de veteranas como Claire Foy e Elisabeth Moss. Ela não ganhou, mas afirmou que: “Há um ano, eu tinha acabado de filmar a primeira temporada e estava em casa, e foi a Claire Foy quem ganhou. Ser nomeada neste ano, na mesma categoria que ela, parecia surreal. Eu me sinto privilegiada por ter começado no ramo com um papel tão substancial e tão bem recebido pelas mulheres desta indústria.”. Alguns dias antes, ela foi convidada para uma reunião dos fundadores do movimento Time’s Up, Reese Witherspoon, Laura Dern e Lena Dunham. Ela conta com 11 milhões de seguidores no Instagram e milhares de fãs de ’13 Reasons Why’ pelo mundo, a série mais twittada de 2017. A mais controversa também, acusada de glamorizar o suicídio.

“Não imaginávamos a extensão de seu sucesso e sabíamos que falar sobre essas questões provocaria diversas reações. Esta série desperta uma discussão necessária. Eu só incentivo as pessoas a assistirem se elas se sentirem fortes o suficiente”, ela diz enquanto promove seu primeiro filme, ‘Com Amor, Simon’, atualmente. A adaptação bem sucedida do livro bestseller de Becky Albertalli, produzida pelo estúdio e autores da série ‘This Is Us’, que conta a história de um adolescente saindo do armário. Outro projeto com uma mensagem social. Outro filme que se passa no ensino médio. Uma escolha consciente?

“Na verdade não, mas uma das satisfações de ser atriz é poder participar de trabalhos que podem influenciar as pessoas”, continua ela. Em ‘Com Amor, Simon’, ela interpreta Leah, a melhor amiga e secretamente apaixonada, por Simon (Nick Robinson), que tem que administrar seus sentimentos quando descobre a homossexualidade de seu amigo. “O cenário me desafiou e me trouxe de volta emoções que eu poderia ter experienciado (…) ‘Com Amor, Simon’ é, acima de tudo, uma história de amor entre dois garotos. Nunca foi produzida uma história dessas fora do cinema independente.”

Nascida de pais médicos em Perth, Austrália Ocidental, Katherine Langford, que pratica natação, canto clássico e piano, é apaixonada por história e ficção científica. Foi em um show da Lady Gaga, seu ídolo, que ela decidiu se tornar uma artista. Ela começou a fazer aulas de teatro aos 18 anos e conseguiu o papel principal de ’13 Reasons Why’, enquanto Selena Gomez, que produziu a série, ficou impressionada com o teste de Katherine. Na tela, a atriz tem um poder e uma vulnerabilidade que garantem sucesso instantâneo. Katherine Langford se tornou a voz de uma geração que não tem mais medo de se expressar. No filme de fantasia ‘Spontaneous’, que está em pós produção, ela novamente interpreta uma estudante do ensino médio: “São histórias que dialogam comigo e se dirigem a todos! Eu tenho outros projetos em mente, mas isso será diferente”. Bela coincidência, o filme de Lady Gaga, que será lançado em outubro é chamado ‘A Star Is Born’ (Nasce Uma Estrela) e não há dúvidas sobre isto.

Confira os scans da revista a seguir:



Mesmo que possa parecer prematuro chamar Katherine Langford de estrela, se alguém conjurar um relance de seus últimos anos se dará conta que não. Após o sucesso no mundo todo com a série da Netflix ’13 Reasons Why’, esta atriz australiana de 21 anos da um passo para o cinema com um dos filmes mais esperados do ano, ‘Com Amor, Simon’, e com um papel que, sem dúvida, lembra a Hannah Baker que a trouxe tãos bons momentos. O que ninguém nega é que Katherine tem demonstrado ter muito bom gosto escolhendo roteiros com um determinado conteúdo de atualidade e tratando temas polêmicos como o bullying, a depressão, a descriminação social ou o suicídio. E por isto ‘Com Amor, Simon’ é tão importante, porque ela interpreta Leah Burke, a melhor amiga do protagonista, um adolescente de 16 anos que não tem coragem de revelar sua orientação sexual até que um dia um de seus e-mails chega às mãos erradas e começa a ser chantageado com seu segredo. De tudo isso e de sua eminente carreira como atriz, conversamos com Katherine exclusivamente em Los Angeles.

Por que decidiu participar deste filme?
Eu me lembro que o roteiro me causou várias emoções, uma espécie de tornado que me afetou tanto que precisei aceitá-lo. Sou uma pessoa muito sensível e com ‘Com Amor, Simon’, me dei conta de que é uma versão de uma velha história que se repete. Acabava de terminar meu primeiro trabalho como atriz em ’13 Reasons Why’, e foi nesta época quando eu fiz o teste para o filme e eu tive certeza que eu queria fazer parte de uma história tão bonita.

Você tem apenas 21 anos, mas não tem medo de ficar rotulada com papéis de adolescente?
É verdade que eu só tenho interpretado adolescentes, mas eu reconheço que tenho tido muita sorte, porque, no fundo, são dois papéis muito diferentes.

Me fale sobre seu período de escola, antes de ser a atriz famosa que é atualmente.
É uma fase difícil para todo mundo, independentemente do lugar do mundo. Crescer não é fácil para ninguém. Eu tive sorte e aproveitei muitas experiências, frequentei uma escola para crianças talentosas durante os últimos três anos e tive um grupo de amigos muito liberal, muito solidário. Neste sentido, todos foram muito acolhedores, mas também escutei coisas loucas. Não sou imunes à estas outras experiências que as pessoas podem sofrer na escola.

Seus pais apoiaram a sua dedicação para isto?
Tive uma educação muito normal, já que meus pais não estavam envolvidos nesta indústria e sempre me apoiaram e trabalharam muito duro por mim. Eles sabiam que eu queria aproveitar meus momentos e foi isto que eu fiz. O que eu tenho certeza é que eu ainda tenho muito o que aprender e melhorar e, mesmo que os papéis que eu interpretei até então são parecidos, não tenho que me preocupar com os estereótipos, mas sim tentar participar de projetos que me motivem.

Por que decidiu ser atriz?
Desde pequena eu praticava vários esportes – eu era nadadora em nível internacional até os 14 anos – e eu gostava muito de música e interpretação. Quando encontro algo que realmente amo, algo em que eu me concentro e me foco, posso ser muito intensa. Quando me aceitaram na escola de superdotados e a quantidade de trabalho aumentou, decidi deixar a natação e me concentrar para ser atriz, porque é uma arte que me dá espaço para crescer como pessoa.

Nos seus trabalhos há uma forte carga social. Você sente a responsabilidade de contar histórias assim?
Sou muito jovem e muito sortuda por poder contar histórias que chegam às pessoas que vão além de mero entretenimento. Pessoalmente, meu público são pessoas jovem, quero estar ali para eles porque creio que é importante. Também usar as redes sociais para me aproximar de todos, quero estar a disposição deles e, por isto, usou meu nome e minha voz. Eu amo fazer parte do movimento Time’s Up pela magnitude internacional que há por trás disto e quero que meus seguidores saibam que estou com eles.

Falando sobre as redes sociais… Você está acostumada com elas?
Acho que tudo depende de como elas são utilizadas e, obviamente, de quanto e como você depende delas. As redes sociais tem suas vantagens e desvantagens, como tudo, mas permitem também que você se conecte com as pessoas, com uma comunidade global que as vezes pode ser benéfica e outras não… Pode-se encontrar fora de seu ambiente alguém para se relacionar, mas também a raiva e a inclusão global que gera expectativas pouco realistas. O assédio sem rosto, anônimo, não só estão colocando muitos jovens em cordas bambas, mas também sequer permitem que hajam consequências cara a cara. Senti que era importante fazer parte das redes sociais e criei meu perfil no instagram para todos os que precisam se comunicar ou expressar suas opiniões.

Você anunciou que não estará na terceira temporada de ’13 Reasons Why’. O que pode me contar sobre isto?
Sim, vai ser assim, mas esta série sempre será uma parte especial da minha vida.

Você gosta de investigar a parte psicológica dos seus personagens?
Na verdade, depende de cada projeto. Para a série, como é centrada em temas muitos pessoais, tive que conversar com vários psiquiatras, porque queria contar a história com sinceridade. No caso de ‘Com Amor, Simon’, não tive tempo nem achei que era necessário, mas eu li o livro em que se baseia o filme.

Confira scans da entrevista:



No dia 16 de junho, em um sábado, ocorreu a premiação da MTV, a famosa MTV Movie & TV Awards. O evento foi apresentado por Tiffany Haddish, mas só foi ao ar no dia 18, na segunda-feira. Katherine estava concorrendo em duas categorias, a primeira juntamente com o elenco de ’13 Reasons Why’ ao prêmio de Melhor Série de TV, e a segunda ao prêmio de Melhor Atriz de Série de TV.

Infelizmente, Katherine não levou nenhum dos prêmios. O prêmio de Melhor Série de TV foi para Stranger Things, enquanto o de Melhor Atriz de Série de TV foi para Millie Bobby Brown.

No entanto, Langford roubou a cena do tapete vermelho ao chegar com um look preto e um laço dark na cabeça, completamente inspirado em sua diva Lady Gaga. Confira fotos e vídeos do evento a seguir:

FOTOS – RED CARPET

FOTOS – PREMIAÇÃO

FOTOS – BASTIDORES

VÍDEOS



No início deste mês, dia 13 de junho, ocorreu o Women In Film Crystal + Lucy Awards 2018 no Chateau Marmont, em Los Angeles, CA. Por 16 anos, a Max Mara colaborou com a Women in Film, uma organização sem fins lucrativos dedicada a ajudar mulheres a alcançar seu maior potencial entre o entretenimento global, comunicações e indústria midiática. Confira fotos de Katherine no evento:



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