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Fonte: Fashion Magazine

Katherine Langford tem um novo trabalho e enquanto nós não podemos agarrá-la em outro ‘Globo de Ouro’, ele acrescenta o nome dela a uma lista impressionante e elogiada de embaixadores globais, tais como Viola Davis, Céline Dion, Eva Longoria e Helen Mirren.

Hoje, a gigante L’Oréal Paris nomeou a atriz de 24 anos de idade como o novo rosto da marca. A australiana nascida em Perth, é famosa por interpretar Hannah Baker em 2017 na série da Netflix ’13 Reasons Why’, bem como por estrelar no drama adolescende de 2018, ‘Com Amor, Simon’. E mais, Katherine interpreta a protagonista na nova série da Netflix, Cursed (que estreará em Julho), uma adaptação do ilustre romance do artista de quadrinhos legendário, Frank Miller, e do escritor Tom Wheeler.

Celebrando a nova parceria dela com a L’Oréal Paris, nós conversamos com Katherine sobre o anúncio global de beleza e sobre a carreira dela.

Sobre o look diário dela de beleza:
“Quando eu estou trabalhando, eu uso maquiagem durante 16 horas do dia e eu me arrumo completamente para eventos de imprensa. Então, quando eu não estou trabalhando, meu look de todos os dias é um “sem maquiagem” e eu realmente gosto de cuidar da minha pele. Eu sempre uso um bom protetor solar e hidratante. Quando eu saio, eu definitivamente retoco a sobrancelha e talvez um rímel.”

Sobre a equipe de glamour dela para tapetes vermelhos:
“Eu me sinto muito sortuda por ter a oportunidade de trabalhar com algumas das melhores pessoas que tem por aí. A minha equipe é incrível e eu já usei looks incríveis. Eles são verdadeiros gênios. Começa com a minha estilista Molly Dickson e eu trabalho bastante com o cabeleireiro Christian Wood. Ele e eu temos uma combinação de amor com obsessão com a antiga Hollywood, então nós tiramos muita inspiração daí. Foi ele que surgiu com o meu look do Globo de Ouro de 2018, que é um dos meus looks favoritos até hoje.”

Sobre suas maiores inspirações em Hollywood:
“Quando eu comecei a correr atrás da atuação, parte da dificuldade foi não ter crescido na indústria e achar que Hollywood e filmes estavam tão distantes de onde eu morava, em Perth. Eu me inspirava em atrizes australianas como Cate Blanchett, Rose Byrne, Nicole Kidman e Margot Robbie. E no ano passado, eu trabalhei com a Toni Collette em ‘Entre Facas e Segredos’, e eu me senti muito sortuda porque, quanto mais pessoas eu conheço, mais constantemente inspirada eu fico com as histórias das outras pessoas, além do talento e trabalho delas. Kate Winslet também é uma grande inspiração para mim, porque nem sempre eu me senti que eu me encaixaria no molde de Hollywood, mas as pessoas diziam que eu parecia a Kate, o que, de várias formas, me validava como uma jovem atriz. Há muito crédito no impacto que ela teve em outras mulheres, mas também é devido a quão respeitada ela é na indústria e o calibre do talento e do trabalho dela.”

Sobre o impacto de seus trabalhos do passado:
“Estar em ’13 Reasons Why’ e depois em ‘Com Amor, Simon’, ambos os projetos significou muito para mim porque as pessoas diziam que salvou a vida delas. E em termos de retorno, não há muito o que comparar a isto saber que o que você está fazendo está causando impacto.
Há uma história específica que eu lembro do início de ’13 Reasons Why’, em que eu conheci esta garota e ela disse que as pessoas estavam fazendo bullying com ela. Mas quando a série estreou, porque nós somos tão parecidas, as pessoas começaram a dizer que ela era linda. E que assim, isto a fez se sentir bonita e confiante. Isto realmente me marcou porque realmente demonstra o quão importante é a representação, mesmo que seja de uma forma super pequena, tipo ver alguém que parece com você. E ouvir coisas positivas sobre esta pessoa, isto pode mudar a visão que você tem de si mesma e isto é realmente poderoso.
’13 Reasons Why’ foi o meu primeiro papel, meu primeiro trabalho de verdade, e a Hannah Baker foi um papel tão especial de ter tido a oportunidade de interpretar, porque ela representa a história de tantas pessoas. É um personagem que eu sempre vou ter comigo e uma experiência que eu sempre vou ser grata.”

Sobre a nova série da Netflix dela, ‘Cursed’:
“Me enviaram o manuscrito do livro do Tom Wheeler e do Frank Miller e, depois que eu li, eu sabia que isto era algo que eu precisava fazer parte! Estas histórias, especialmente neste gênero específico, raramente explora histórias de mulheres, muito menos as posiciona no epicentro destes contos legendários. Eu sabia que nós tínhamos a oportunidade de contar a história de uma verdadeira heroína e honrar todas as capacidades e dificuldades dela – e estes papéis são difíceis de surgir. Nós estamos vivendo em uma época tão surreal e é importante nos manter focados nos problemas antemão, mas eu espero que a série pode ser uma forma de entretenimento e traga algum tipo de escape e alívio para a realidade que nós atualmente enfrentamos. Nós também abordamos assuntos de opressão e destruição do mundo natural durante a série, então eu acho que vai ser interessante comparar a série ao que está acontecendo atualmente.”

Sobre as palavras que a inspiram:
“Na vida, eu adotei o lema de um amigo, que é ‘Faça o que te faz sentir livre.’ É algo que eu tenho utilizado muito.”



Fonte: Vogue Rússia

Na véspera do aniversário de 24 anos da atriz australiana, Katherine Langford foi nomeada embaixadora da L’Oréal Paris. Até então, por conta de suas mais impressionantes conquistas com papéis – o papel de Hannah Baker na série da Netflix ’13 Reasons Why’. Mas muito em breve, em 17 de julho, ‘Cursed’ será lançada na mesma plataforma, onde Katherine desempenha o papel principal. Conversamos pessoalmente com Katherine sobre as filmagens, que duraram um ano, vespas irritantes e cosméticos favoritos.

Conte-nos sobre sua heroína em ‘Cursed’.
‘Cursed’ é uma reimaginação de uma das lendas arturianas, de uma jovem garota chamada Nimue, cujo destino é se tornar a mística Senhora do Lago. Este projeto foi muito diferente de todos os anteriores – não apenas porque pertence ao gênero fantasia, mas também porque demoramos muito para finalizar e aprendi muitas coisas. Por exemplo, como andar a cavalo, a lutar com espadas, executar diversas acrobacias e falar o dialeto. Mas, como ex-atleta, eu gostei muito do fato de a preparação para o papel envolver algum tipo de atividade física – então fiquei feliz.
Nós nos preparamos para as filmagens durante três semanas, e então o trabalho duro começou – na neve, em florestas densas, na chuva torrencial, com água até a cintura no meio da noite. Um dos dias mais memoráveis ​​das filmagens talvez tenha sido o dia mais quente da história do Reino Unido – a temperatura sob o sol era de 45 graus. Toda a equipe nos bastidores estava vestindo camisetas e shorts, enquanto os atores que gravavam usavam mantos vermelhos e armaduras. Naquele dia, eu estava andando a cavalo com três camadas de roupas de couro, todas cobertas de lama e sangue falso (na verdade, geléia). Também vale a pena destacar que no verão no Reino Unido há muitas vespas, então elas constantemente pousavam na geléia e no xarope e grudavam em mim. Foi um dia quente e difícil, mas tudo funcionou perfeitamente e o resultado foi excelente.

Você sai facilmente do papel quando as filmagens terminam?
Eu acho que cada personagem tem um efeito diferente sobre o ator. E, é claro, quanto mais tempo a filmagem demora, mais você se acostuma com o papel. Filmamos ‘Cursed’ por quase um ano, então por um longo tempo eu mergulhei na imagem da minha heroína. Ela definitivamente me ensinou a ser corajosa e confiar em mim mesma – o que espero continuar fazendo na vida cotidiana.

Qual é o seu principal objetivo agora?
Sou bem jovem ainda e, no que tange à carreira, entendo que ainda tenho muito o que aprender. Acho que agora é a hora de aprender a se amar – e cuidar de si ajuda muito. Neste sentido, a quarentena foi benéfica – tive muito tempo para finalmente experimentar todos os cosméticos que estavam me esperando.

Quando você foi reconhecida pela primeira vez?
Durante as filmagens de ‘Com Amor, Simon’ e, embora eu permanecesse a mesma Katherine por dentro, parecia que as pessoas começaram a me tratar de uma maneira diferente.

Qual é a sua primeira memória com maquiagem?
No meu sexto aniversário alguém da minha família me deu um conjunto de cosméticos e eu imediatamente decidi fazer meus lábios – no entanto, eu passei na minha boca o esmalte roxo de lantejoulas.

Como começou a colaboração com a L’Oréal Paris?
Há alguns anos, tive uma reunião com a empresa – muitas pessoas se reuniram na sala de reuniões e me sentei na frente delas sem maquiagem. Eu era apenas eu mesma e, para minha surpresa, todos da L’Oréal gostaram disto. Além disso, a minha relação com a empresa se desenvolveu de maneira muito natural.

Quem é a musa da L’Oréal Paris para você?
A empresa tem um maravilhoso grupo de embaixadoras – todos elas são muito diferentes, por isso é difícil escolher uma. Como atriz, tenho o prazer de ver colegas da ‘família L’Oréal’ que são conhecidos não apenas por sua carreira maravilhosa, mas também por outras conquistas. Por exemplo, Jane Fonda – ela está combatendo a crise climática através da iniciativa Fire Drill Sextays. Também acho que nem sempre reconhecemos a beleza da “idade”, e Jane é muito inspiradora neste sentido.

Quais são os três melhores cosméticos que você usou recentemente?
Eu já tinha o soro ‘SkinCeuticals CE Ferulic’ há bastante tempo, mas comecei a usá-lo agora. Além disso, eu acabei de descobrir o soro hialurônico 1,5% da L’Oréal Paris – ele hidrata a pele. Em relação à maquiagem, Val Garland (diretor internacional de maquiagem da L’Oréal Paris) me deu conselhos legais sobre como usar um mesmo produto para diversas coisas. Por exemplo, você pode aplicar um pouco de batom ou blush em vez de sombra nos olhos. O resultado é uma maquiagem monocromática, o que é conveniente para qualquer lugar – você não precisa gastar muito dinheiro para repeti-lo a qualquer momento.



Fonte: PopSugar

Se você é fã de ’13 Reasons Why’, ‘Entre Facas e Segredos’, ou comédias românticas adolescentes como ‘Com Amor, Simon’, então você provavelmente é familiarizado com o nome Katherine Langford. Quando ela estrelou como Hannah Baker no drama da Netflix em 2017, ’13 Reasons Why’, Katherine imediatamente cimentou o seu lugar na indústria do entertenimento e ela não desacelerou desde então.

Agora, ela está saindo da caixa de Hannah Baker e assumindo um novo desafio – na nova série de fantasia da Netflix, ‘Cursed’. Baseada na lenda arturiana, Katherine interpreta Nimue, uma adolescente com um dom misterioso e mágico, que está destinada a se tornar a Senhora do Lago. A série começa quando os paladins vermelhos invadiram a vila dela, matando todo mundo que ela conhece, inclusive sua mãe. Mas antes de sua mãe morrer, ela encarrega Nimue a entregar uma espada antiga para Merlin e no caminho, ela conhece um jovem mercenário, Arthur (Devon Terrell). Nem precisa dizer que isto é apenas o começo de uma aventura bem espetacular e heróica.

Quando eu me sentei com a Katherine em 2019, no set de ‘Cursed’ em Londres, sua confiança quieta e sua paixão pela personagem, Nimue, facilitou para que eu enxergasse o porque de ela ter sido escolhida para o papel. Os criadores Tom Wheeler (Puss In Boots e Empire) e Frank Miller (Sin City) explicou que ela se inscreveu cedo e, mesmo eles sabendo que ela tinha “ótimas habilidades de atuação”, eles não tinham percebido que ela era tão foda até ela entrar completamente no personagem da Nimue. “Toda vez que nós a vemos, ela está coberta de sangue,” Tom Wheeler contou para a PopSugar. “Nós a jogamos na lama por três dias neste pântano infestado de mosquitos e sanguessugas para matar todos os vilãos e ela ainda era tão educada. É simplesmente ótimo sentir, mesmo no início, que ela casa perfeitamente com o mundo do Frank Miller – ela se encaixa bem com esta coleção de personagens como mulheres poderosas.”

O que você pode nos dizer sobre a Nimue e como ela se encaixa na história de ‘Cursed’?
Nimue tem uma jornada bastante épica. Por um lado, ela está passando por esta jornada de uma grande perda pessoal, de um crescimento pessoal, e por outro, também há o grande desafio de superar a adversidade. Uma das melhores coisas que eu percebi através da Nimue é, para mim, nesta série e na história, que ela representa coragem. Ela é uma farol de esperança e também uma heroína interessante, ambos neste mundo da lenda arturiana, mas também, atualmente é uma grande oportunidade e é interessante ver a jornada de uma heroína ao invés de ver a jornada de um herói – e como se diferem e como se assemelham, além dos desafios que ela enfrenta.

O quão familiarizada você era com a Nimue antes e quando você recebeu o roteiro pela primeira vez?
É engraçado, eu sempre fui meio que uma amante secreta de fantasia e ficção científica e também do Frank Miller. Então quando eu li o manuscrito inicialmente do Tom Wheeler, foi algo que me atraiu simplesmente como leitora – era bastante único. Único no sentido de que foi escrito e também através da visão que é onde esta história está sendo contada, porque você já ouviu esta história 100 vezes, essas lendas arturianas com elementos diferentes de conto (cada vez). Mas as personagens femininas e os papéis nestas lendas arturianas são frequentemente ofuscados ou sequer são mencionados. Então, quando eu fui dar uma olhada na Nimue, eu ouvi sobre a Senhora do Lago e pareceu ser uma linda obra de arte da Senhora do Lago, mas a personagem em si mesma, eu sabia pouco sobre. Não havia muita informação sobre ela por aí.

Como você acha que o fato de ser contada por uma perspectiva feminina ao invés de uma masculina, que tradicionalmente tem sido contado, realça a história?
Essa é uma pergunta muito boa. Eu acho que foi uma das primeiras conversas que eu tive com a Zetna Fuentes, que é produtora executiva, e também dirige os dois primeiros episódios (ela já dirigiu episódios de Grey’s Anatomy e Pretty Little Liars). Nós tivemos uma conversa sobre a Nimue como pessoa, mas também no papel como heroína. Essas histórias de herói geralmente são contadas da perspectiva masculina – ou de um ponto de vista de um garoto ou de um homem. O que foi interessante foi construir esta história e olhar para ela como uma mulher que está sendo retratada como uma heroína. O que a faz moderna e aplicável à atualidade é que você verá desafios que ela especificamente encara como mulher. Ao invés de simplesmente inserir uma mulher em uma história de herói. Nós perguntamos a nós mesmas “Qual a jornada pessoal dela? Quais são as dificuldades que ela enfrenta? Quais são as coisas que derrubam ela? Quais são as coisas que ela pode usar?”
Uma das coisas que nós recentemente estamos gravando é a ideia de que como mulher e como garota, você cresce nunca acreditando ou nunca pensando que você pode estar em uma posição de poder. Você nunca pensa que você pode ser um rei. Então, quando a Nimue recebe primeiramente a espada, isso não passa pela cabeça dela. Uma coisa interessante – e eu acho que isso é graças ao Tom Wheeler – é que nesta série, todos os homens buscam poder, mas frequentemente quando é dado a eles, eles destroem ou usam de forma errada. Enquanto todas as mulheres da série, elas não buscam poder, mas mesmo assim é dado à elas aquele poder e aquela responsabilidade. Eu acho que é porque elas não buscam isto, elas chegam ao poder porque elas são líderes naturais e possuem intenções puras.

Nós vimos as fotos de você segurando a espada como Nimue. Como foi interpretar esta personagem sob uma nova luz e então finalmente vê-la segurar a espada?
Foi muito bom. Eu estou feliz por você ter perguntado isto, porque foi interessante. Eu cresci assistindo pessoas como Angelina Jolie em Tomb Raider, Jennifer Lawrence em ‘Jogos Vorazes’, e estes tipos de modelo e personagens são tão inspiradores para mim. Ter a oportunidade de ver este gênero (e esta história em particular) sendo contada através dos olhos de alguém que eu realmente consigo me identificar, ou que outras mulheres e garotas possam se identificar, é realmente especial.
Eu cheguei três semanas antes de nós começarmos as filmagens e aprendi a andar a cavalo e a lutar com espada. E quando nós estávamos escolhendo a espada, eles estavam me entregando espadas diferentes para ver se elas iriam combinar. Eles diziam “esta é a do Russel Crowe em Gladiador”, “esta é a do Timothée Chalamet (de ‘O Rei’)”, “esta é a do Chris Pine (de ‘Legítimo Rei’), então ter a oportunidade de ter uma espada e ficar tipo “esta é a da Katherine Langford” – é tipo, aqui estão todos esses atores incríveis que interpretaram esses personagens incrivelmente poderosos, e ter a oportunidade de segurar uma espada e saber de que agora há uma mulher que está no mesmo universo, que agora há uma presença feminina neste mundo, que as pessoas poderão assistir, é bem inspirador, significa muito para mim.

Nós tivemos a impressão, ao conversamos com o Frank e com o Tom, de que você está coberta de sangue e lama durante grande parte da série. Você está em pântanos, coberta de videiras e empunhando uma espada. Parece que o processo de filmagem da Nimue foi bastante físico, bem como emocionante.
Esta é a primeira vez que eu gravo alguma coisa de época ou da Era Medieval. Então, também é o primeiro papel que eu tive que requisitou alguns componentes físicos: acrobacias, andar a cavalo, lutar com espadas, correr em meio à coisas enquanto estão pegando fogo. Tem sido bastante desafiador, mas também muito empolgante. Isto foi algo que eu conversei com o Frank e com o Tom antes da série começar. Nós temos uma equipe de acrobacias incrível com o Steve Dent – eles simplesmente fazem um trabalho incrível – mas eu realmente quis me certificar que, com a melhor da minha habilidade, eu conseguisse fazer tudo que fosse pedido para a Nimue fazer.

Há alguma parte da Nimue que você conseguiu se identificar pessoalmente ou que você acredita que outras jovens mulheres irão se identificar?
Resposta curta: sim. Eu acho que a parte incrível sobre a Nimue é que você está falando sobre super heróis, modelos e heroínas, e as pessoas em filmes de ação – mas no fim do dia, para mim, a coisa mais maravilhosa nela é o fato de que ela é também muito humana. Eu estou falando isto sem tentar ser clichê, mas a Nimue supera tantas dificuldades, enquanto ainda tem um coração e sem ser um super humano. Ela é igual a qualquer um de nós tendo que lidar com tanta perda pessoal no começo da série, mas depois literalmente carregando o peso do mundo nos ombros dela até chegar no final.
No começo, o que você vê é uma garota que aparenta estar inquieta. Eu me identifico com isto. Eu me mudei 39 vezes no ano passado e eu meio que tenho vivido na estrada por três anos. Ela também não sabe exatamente a onde pertence. Parece que há algo que ela não encontrou ainda – mas ela sabe que está ali, ela está buscando isto. Na essência, a série é definitivamente uma jornada que eu acho que muitos de nós podemos nos identificar e eu gostaria de dizer que eu sou tão corajosa quanto ela, mas interpreta-la me fez ser um pouco mais corajosa e assertiva.

Nos foi dito que muitos dos temas de ‘Cursed’ são relevantes para 2020, seja sobre o sistema político ou assuntos climáticos. Você pode falar sobre algumas das mensagens que são passadas por ‘Cursed’ e como você interpretou o mundo real de uma forma diferente por causa disto?
O que é legal em ‘Cursed’ é que você tem aquela mistura de fantasia e tem sim elementos etéreos, mas também é fundado na humanidade, que é o que a torna aplicável e relacionável para o público atual.
Muitos dos problemas e dificuldades que os personagens enfrentam nesta série, tipo, opressões religiosas, opressão da minoria, causar estragos no meio-ambiente, são coisas que nós podemos nos identificar. Ter a oportunidade de assistir isto durante ‘Cursed’, você meio que percebe que eles estão lidando com coisas muito parecidas com a que nós estamos atualmente. Eu acho que isto talvez é o que vai ressoar com o público. Sim, esta é uma história velha, sim talvez seja fantasia, mas também é fundada na humanidade, então ainda aparenta humana, atual e relevante.



Fonte: Getsurrey

A Netflix está construindo um estúdio composto por uma grande vila medieval próximo à Camberley, desde o dia 02 de janeiro, para sua nova produção chamada ‘Cursed’.

De acordo com a Netflix, a série segue uma lenda arturiana que conta a história de Nimue (Katherine). Nimue encontra um parceiro inesperado, um jovem mercenário chamado Arthur, em uma jornada em busca de Merlin para entregar uma espada anciã.

A Netflix diz que durante o curso de sua jornada, Nimue se transforma em símbolo da coragem e rebelião contra o inimigo, o Red Paladins, e seu cúmplice, Rei Uther.

A história está sendo escrita pelo famoso romancista gráfico Frank Miller (de Sin City e 300) e pelo escritor/produtor Tom Wheeler (Puss in Boots), que estão escrevendo a história tanto para o livro e para a Netflix, simultaneamente.

O estúdio será construído na Deepcut Bridge Road (B3015), em Camberley, e o trabalho irá durar até março, quando as filmagens irão começar. As gravações estão previstas para ocorrer até setembro.

O escritório da Surrey Filmes confirmou que as filmagens ocorrerão nesta região.

O gerente da locação, Adam Betterton, assegurou aos moradores que a equipe irá trabalhar de 07:00 às 19:00 de segunda à sexta-feira, sem nenhum planejamento para trabalhos durante a noite. O acesso ao local será feito pela rua Deepcut Bridge, pela entrada do lado oposto da Earl of Chester Drive.

Adam Betterton disse: “Muitos dos membros da equipe que estão trabalhando na produção moram na região, mas eu não estou em posição de dizer que haverá mais trabalhos locais advindo disto e não posso falar muito sobre o estúdio ainda.”



Katherine Langford estrelará a nova série da Netflix, Cursed, que contará a história de Rei Arthur.

A atriz encarnará a protagonista Nimue, uma jovem que se juntará à Arthur em busca do mago Merlin e da espada Excalibur. Vale dizer que a personagem também possui um misterioso dom que a levará a se tornar a Dama do Lago, sacerdotisa que é guardiã da espada sagrada no conto original.

Cursed foi baseada em um HQ homônimo de Frank Miller e Tom Wheeler, que tem data de lançamento marcada para 2019. Enquanto isso, a série (que terá 10 episódios) ainda não tem data prevista para chegar.



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