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Fonte: Publimetro

Baseada no livro homônimo e best-seller, ‘Cursed’ é uma nova versão da lenda do rei Arthur, contada através dos olhos de Nimue, uma jovem com um legado estranho que está destinada a se tornar a ‘Senhora do Lago’, uma mulher com uma história poderosa ainda que trágica.

Quando perde sua mãe, Nimue embarca em uma viagem junto com o mercenário Arthur, com quem sai em busca de Merlin. No caminho, deparam-se com diversos obstáculos que colocam em prova a coragem de Nimue.

‘Cursed’ é uma história de transição para a idade adulta e, mesmo se passando na Idade Média, os assuntos que são abordados são de interesse desta época: a destruição da natureza, o terror religioso, uma guerra sem sentido, dentre outros.

Criada por Tom Wheeler e Frank Miller, a série é protagonizada por Katherine Langford, que interpreta Nimue, além de Devon Terrell (Arthur) e Gustaf Skarsgård (Merlin).

“‘Cursed’ é uma história de ficção fantástica e épica, baseada em uma lenda arturiana, ‘A Senhora do Lago'”, disse Katherine Langford, que relatou como sua personagem se transforma diante dos olhos de todos na série.

“Acompanhamos a vida de uma jovem chamada Nimue, que vai de uma pessoa inquieta e marginalizada para ser, em muitos sentidos, a mártir de todo o povo. No começo da série, vemos a Nimue como uma jovem que está deixando de ser adolescente e se tornando uma adulta e ainda está limitada pelo fato de que ainda depende, de certa forma, de outras pessoa, mas, ao mesmo tempo, também quer explorar o mundo e ver algo diferente. Ela deixa de ser alguém muito solitária e passa a ser alguém que ajuda os outros, que desperta liberdade e coragem nas pessoas que sentem-se indefesas,” acrescentou.

A história tem vários componentes, entre eles alguns de época, fantasia e história. Para a atriz australiana, esta é “uma história que empodera”, pois apesar de ter momentos de tragédia, também há romance, bem como momentos graciosos e devastadores.

“Em geral, é uma história genial. Acreditamos que sabemos muito desta história, mas nunca a vimos desta forma. O que eu amo, em particular, é que possui todos os elementos maravilhosos, mágicos e fantásticos que os amantes de fantasia e história gostam, assim como eu. Vemos homens, reis, a princesa e os magos passarem pelas loucuras que precisam passar. Todas as batalhas, as perdas, a tragédia… E você pensa “Nossa, é muito difícil”, mas, por outro lado, temos uma hsitória contada através dos olhos de uma mulher. Haviam muitas doenças e traições, mas também há os obstáculos de ser uma mulher naquela época. Faz com que eu me sinta inspirada, porque não era difícil sobreviver só como pessoa, mas também como mulher,” disse Katherine.

Sobre outro tema, a atriz também se mostrou orgulhosa por fazer parte de uma série que tem uma personagem feminina forte no centro da história. Reconheceu que é algo que tem acontecido nos últimos anos e confessou que este aspecto foi o que a atraiu definitivamente para fazer parte da produção. “Na época em que a história de ‘Cursed’ se passa, as mulheres precisavam ser muito fortes, portanto foi um privilégio interpretá-la e não esconder a força dela. Quando eu recebi o roteiro, eu em senti imediatamente atraída, pois o Tom Wheeler fez um ótimo trabalho transformando esta história em série.”



Fonte: Grazia Itália

 

Para se tornar a protagonista de uma das séries fenômeno dos últimos anos, é preciso habilidade, obstinação e uma pitada de sorte. Além de estar no momento certo, é necessária sabedoria e coragem.

A atriz Katherine Langford, de 24 anos, possui todas essas qualidades e uma beleza clássica, mas não trivial, que lhe permitiu também se tornar a nova embaixadora da L’Oréal Paris.

Dois anos atrás – por ocasião de uma entrevista anterior para a segunda temporada de ’13 Reasons Why’, a série da Netflix que a transformou mundialmente famosa – Katherine havia me dito que seu sonho era tirar algum tempo para viajar, aproveitar que era jovem e da ausência de laços para se sentir livre. Mas agora as prioridades, também para ela, mudaram radicalmente. “Hoje me considero sortuda por poder passar a quarentena em um local seguro, enquanto para muitas outras pessoas foi uma experiência terrível. No momento, estou tentando reconstruir uma nova vida cotidiana”. Enquanto isso, poderemos segui-la em suas duas novas aventuras: a colaboração com a L’Oréal Paris (de setembro) e, a partir de 17 de julho, a nova série, sempre da Netflix, ‘Cursed’, na qual Langford muda de pele. Ela não será mais uma adolescente problemática, mas uma heroína de fantasia. Seu personagem é a ’Senhora do Lago’, a “fada” que, segundo a lenda, entregou a espada Excalibur ao rei Arthur.

É quase uma simples reinterpretação do ciclo arturiano.
De fato, quando você pensa nessas lendas, você se lembra do mágico Merlin, os cavaleiros da Mesa Redonda, enquanto as mulheres estão sempre à margem. Ter a oportunidade de contar a história de um dos personagens mais complexos da saga que nunca havia sido explorado antes me deixa feliz. A ‘Senhora do Lago’ é uma heroína e enfrenta uma série de dificuldades que fazem parte dela como mulher. Sempre fomos capazes de gestos heróicos, só que nossos feitos quase nunca foram contados.

Quais são suas heroínas na vida real?
Eu cresci cercada por mulheres muito fortes, então não percebia, mas agora, quando olho para a minha infância, vejo a sorte que tive: elas me criaram, tiveram uma influência positiva em mim.

Quem em particular?
Minha mãe. Mas mesmo o meu pai, desde criança, senti que minhas habilidades eram importante para eles. Também houveram alguns professores que tiveram um papel importante. Foi no ensino médio, graças aos meus companheiros que começaram a se interessar pela participação de gênero, que percebi completamente as desigualdades sistemáticas entre homens e mulheres pela primeira vez. Uma vez que você está ciente disso, não pode deixar de notar como isso acontece continuamente. e quanto mais você percebe, mais aprende.

Você começou a trabalhar quando a indústria cinematográfica começou a tomar ciência do problema.
É verdade, comecei a atuar em uma fase em que se falava de desigualdade, da necessidade de garantir os mesmos direitos para todos, independentemente de gênero, raça, fé religiosa e identidade sexual. Quero fazer minha voz ser ouvida: lutar juntos nos tornará mais fortes.

Dizem que uma crise global como a que estamos enfrentando também é uma oportunidade. O que você acha disto?
Ter parado por um longo tempo, mudando o ritmo em comparação aos últimos dois anos, me ajudou a colocar várias coisas de volta em perspectiva e o mesmo aconteceu com muitas outras pessoas. Se o ambiente se beneficiou desta parada forçada, acho que deveríamos realmente pensar em como uma mudança em nossos hábitos se refletiu na situação. Não podemos voltar a fazer o que fazíamos antes, temos que passar para um novo normal. Essa emergência permitiu que todos entendessem que existem coisas que podemos melhorar.

Você disse que nos últimos anos sentiu que se tornou uma mulher adulta. Como isso mudou?
Dizem que da adolescência você passa para a idade adulta. Mas para uma garota, isso significa se tornar uma mulher. O que isso implica? Eu ainda estou tentando descobrir. Sei que adquiri mais confiança em mim mesma: viajar continuamente para o trabalho, como fiz nos últimos anos, exige pés firmes no chão, é preciso saber quem você é.

Você se lembra de uma ocasião recente em que se sentiu feliz consigo mesma?
Trabalhar em ‘Cursed’ me fez sentir forte. Eu gostei de filmar as cenas de ação. Quando menina, eu era atleta, pratiquei natação competitiva e, graças à esta série, pude reunir as duas paixões: atuação e esporte. Tivemos cerca de quatro semanas entre os ensaios e o treinamento. A parte mais valiosa desse mês de preparação foi a oportunidade de encontrar um novo estilo na luta.

Isso me lembrou do modo como algumas atletas conseguiram reunir sua feminilidade e desempenho esportivo é interessante.
Existe a ideia de que as meninas não devem ser fortes, que não é uma coisa feminina. Mas é absolutamente errada. Estou muito feliz por ter praticado a competição quando menina, porque isso me fortaleceu. É importante ver atletas e mulheres em geral que são respeitadas por suas habilidades. A rainha do tênis, Serena Williams, por exemplo, é um símbolo para muitas mulheres.

Ser uma embaixadora da L’Oréal Paris significa incorporar também um modelo estético. O que é beleza para você?
Quando eu era mais jovem, experimentei isso como algo avassalador. Então percebi que, graças à maquiagem, ao penteado escolhido, você pode ter controle sobre sua aparência. Quando menina, eu usava pouca maquiagem e, trabalhando, conheci maquiadores e cabeleireiros fantásticos. Aprendi a apreciar o fato de que você pode usar essas ferramentas para criar uma harmonia entre a exterioridade e a maneira como se sente por dentro. A versão mais bonita de si mesmo é você na sua singularidade.



Fonte: Elle Rússia

No início do verão, a L’Oreal Paris revelou Katherine Langford como embaixadora de beleza da marca internacional. Assim, uma das atrizes mais promissoras de Hollywood, conhecida pelos projetos “Entre Facas e Segredos” e “Com Amor, Simon”, ficou em pé de igualdade com as lendárias musas da marca: de Jane Fonda a Amber Heard. Segredos de beleza de um novo “modelo”, minutos de fama e projetos para a Netflix – em entrevista à ELLE russa.

Como começou sua colaboração com a L’Oreal Paris? Qual foi sua primeira reação à proposta deles de colaborar?
Eu sempre gostei de maquiagem em filmes, sempre fez parte do meu trabalho, gosto do processo de ser pintada por maquiadores. Mas na vida cotidiana eu prefiro um mínimo de maquiagem, uma imagem muito neutra e simples. Há alguns anos, cheguei a uma reunião no amplo e bonito escritório da L’Oreal Paris em Nova York, e ninguém ficou envergonhado por eu não estar usando maquiagem, todo mundo gostou da minha aparência natural. E para mim – essa abordagem é importante para mim que a cooperação com as principais marcas traduza idéias importantes e corretas que eu me sustento. Portanto, quando a L’Oreal me ofereceu uma colaboração (isso foi no ano passado durante a Paris Fashion Week), e eu mesma aprendi mais sobre história, sobre seus produtos e valores, concordei sem hesitar. Conheço e amo essa marca desde a infância e fico feliz que seja a primeira marca que eu colaboro.

O que torna a L’Oréal especial para você pessoalmente?
Como eu disse, eu cresci com os cosméticos L’Oreal, como muitas outras mulheres. Lembro-me do meu primeiro rímel, a primeira base L’Oreal e sinto uma certa conexão com a marca. Além disso, admiro o conceito da marca, o desejo deles de inspirar mulheres em todo o mundo. O slogan “Você merece” é uma mensagem forte e muito significativa que define o DNA da marca. Tenho a honra de fazer parte da campanha e de transmitir esta mensagem.

Qual é a sua primeira lembrança de maquiagem?
Essas memórias começam desde a infância, quando olhei para minha mãe, queria ser como ela e secretamente pintei meus lábios com seu batom. Mas o momento mais memorável aconteceu aos 16 anos. Encontrei esmalte roxo com partículas de glitter e decidi que queria essa cor nos meus lábios … e achei que duraria para sempre. Sem pensar duas vezes, realizei meu sonho e pintei meus lábios com esmalte. Sim, foi uma loucura, minha mãe tentou por muito tempo remover essa cor roxa da minha boca.

Qual embaixadora da L’Oréal você considera sua musa?
É tão difícil escolher apenas uma pessoa, as embaixadoras da L’Oréal são todas muito diferentes e cada uma é bonita à sua maneira. Sou inspirada por todos, de Jane Fonda à Helen Mirren, ícones reais, atrizes talentosas, ativistas que me inspiram tanto, a outras mulheres incríveis – Viola Davis e Amber Heard. Eu acho que cada uma das embaixadoras da marca inspira e faz do mundo um lugar melhor.

Você se lembra do momento em que acordou famosa?
Um dia, durante as filmagens de ‘Com Amor, Simon’ em Atlanta, minha equipe e eu decidimos viajar para a cidade vizinha de Savannah para passar um fim de semana lá. Jantamos em um pequeno restaurante e a garçonete me reconheceu, depois duas meninas apareceram, depois outra pessoa – e assim continuou o fim de semana inteiro. Eu nem sabia como reagir, era a primeira vez que acontece isto comigo. Felizmente, tive colegas mais experientes comigo que me ajudaram com isso.

Que novos hábitos você descobriu durante o seu isolamento e continuará a praticá-los?
Claro, a situação no mundo continua crítica e muitas pessoas estão passando por eventos trágicos, mas eu gostaria de ver o lado positivo também. A quarentena voltou minha atenção para coisas mais significativas e importantes. Comecei a me comunicar mais com minha família e amigos, dedicando tempo para dormir, ler, cuidar da pele e a fazer uma rotina que nunca tive tempo.

Você pode nos contar um pouco sobre seu papel na nova série da Netflix, ‘Cursed’?
A série reconta uma das lendas do ciclo arturiano. Interpreto o papel da jovem Nimue, que se torna a ’Senhora do Lago’. Muito corajosa, Nimue parte em busca de uma espada antiga que ajudará a justiça a prevalecer. Esta é uma história misteriosa e interessante, muito interessante de assistir. As filmagens ocorreram na Inglaterra, onde muitas vezes tivemos azar com o clima e testemunhamos eventos estranhos. Nevou um dia no meio do verão no País de Gales. Foi fantástico!

Você sai facilmente do personagem ou fica com em seu personagem por um tempo?
Depende se eu estou fazendo um filme ou uma série. Depende muito mais do próprio personagem. Trabalhei em ‘Entre Facas e Segredos’ com uma equipe grande e maravilhosa de profissionais, e essa experiência sempre ficará comigo, como meu personagem. Mas é completamente diferente quando você está filmando uma série: há mais tempo para estudar o herói, entender seu personagem, descobrir seus pontos fortes e fracos. Deixar esse papel é sempre mais difícil. Por exemplo, algumas das coisas que aprendi com meu personagem Nimue na série Netflix definitivamente ficarão comigo, se não por toda a vida, ficarão por um tempo.

Quais são suas principais regras ou truques de beleza?
Eu uso protetor solar diariamente, isso é muito importante. A segunda regra importante é manter o equilíbrio da água, isso melhora a condição da pele. E o terceiro é o cuidado labial.



Fonte: The Sydney Morning Herald

Nenhuma história é mais britânica do que a lenda do Rei Arthur, que é o que torna tão marcante o fato de três australianos estarem estrelando em ‘Cursed’ da Netflix, um reconto da história.

“O quão maravilhoso é ter australianos como protagonistas dessa série enorme,” diz Katherine Langford da Suécia, onde a estrela de ’13 Reasons Why’ passou seu lockdown tentando aprender francês e violão. “Eu sempre fui muito empolgada com o talento lá da Austrália, mas o fato de trazer para um palco internacional e que nós estamos fazendo isto mais vezes me deixa tão empolgada.”

“Eu conheço a Katherine há uns quatro anos,” diz Devon Terrell, que interpreta Arthur na série, fazendo sua estreia na Netflix como um jovem Barack Obama em ‘Barry’, de 2016. Eles se encontraram pela primeira vez na première do filme, ele acrescentou, “e nós nos demos bem logo de cara, dissemos que adoraríamos trabalhar juntos um dia, mas a indústria é tão grande e você nunca sabe se isto irá acontecer.”

(…)

Mas deeixando o orgulho australiano de lado, o maior tópico de discussão provavelmente é o fato do Arthur ser preto.

Quando as primeiras imagens surgiram do Devon, cujo pai é Americano Africano e mãe é Australiana Indiana, o retrocesso foi tão previsível quanto foi rápido.

“É incrível nós termos um Arthur preto e isso deve ser reconhecido,” diz katherine. “Mas o fato de as pessoas estarem fazendo comentários maldosos demonstra o quanto nós precisamos aprender e o quanto nós ainda precisamos crescer.”



Fonte: Glamour México

Não há dúvidas de que vivemos um período emocionante no mundo do entretenimento, onde as atrizes têm a oportunidade de interpretar personagens surpreendentes, bem construídos e que contam histórias de coragem e força e, finalmente, eliminando a ideia de que as mulheres são apenas “donzelas em perigo”, chega Katherine Langford com uma série espetacular, que será a favorita dos amantes de histórias épicas.

Este mês estreia ‘Cursed’, a nova série da Netflix inspirada no livro homônimo, desenhado por Frank Miller; é protagonizada – além de por Katherine Langford – por Devon Terrell, Gustaf Skarsgard e Daniel Sharman e nesta história nós conhecemos a Nimue: uma mulher corajosa, aprendiz perspicaz e a primeira a pessoa a encontrar a espada Excalibur (sim, antes do Rei Arthur). Assim, toda a sua jornada para se tornar uma lenda será cheia de poder, inspiração e maturidade.

O mundo inteiro conheceu Katherine Langford por seu papel grandioso em ’13 Reasons Why’, a série da Netflix que, sem dúvidas, mexeu no mundo do entretenimento pelos temas tão crus e reais que foram tratados. Tanto que, justamente uma das cenas de Katherine Langford no final da série, foi uma das mais impactantes e comoveu muitas pessoas. Ela ganhou o reconhecimento do público e de diretores por seu grandioso trabalho; para mostra, os dois primeiros episódios de ‘Cursed’ foram dirigidos por Zetna Fuentes, que em entrevista para a Glamour México, falou do grande prazer que foi trabalhar com Katherine: “Dirigi-la foi espetacular. Amo o mundo dela, a forma que ela trabalha me encanta, ela tem um talento enorme e é cheia de vida… Ela dá tudo de si mesma para que as coisas funcionem. Ela deu tudo para a Nimue, inclusive ela fez muitas perguntas para aperfeiçoar o papel, ela se entregou para a história. Definitivamente é um prazer trabalhar com ela.”

Depois se despedir de ’13 Reasons Why’, Katherine Langford já está marcando seu território na indústria com papéis em grandes séries e filmes como ‘Com Amor, Simon’, ‘Entre Facas e Segredos’ e, inclusive, teve um papel na saga de ‘Avengers’. Mas agora precisamos falar da série que nos dará uma nova heroína em uma aventura épica: ‘Cursed’.

Katherine Langford confessou para a Glamour que foi muito enriquecedor interpretar uma personagem como Nimue, da história medieval na linha de personagens como o Rei Arthur e Merlin. “Foi algo muito interessante para mim em diversos níveis. Eu mesma cresci vendo histórias do gênero fantasia e lembro, por exemplo, de ver a Jennifer Lawrence interpretar a Katniss em ‘Jogos Vorazes’, ou também da Angelina Jolie em ‘Tomb Raider’.” Grandes influências! Não há duvidas de que Katherine tirou delas uma boa inspiração para sua personagem, que desde o primeiro episódio entra no modo batalha para sobreviver e agora se juntará à lista de personagens corajosos.

O que amamos nas atrizes como Katherine Langford interpretando um papel como este é que nestas histórias, atores já não são mais considerados protagonistas, mas as mulheres também podem criar histórias deste nível. “Personagens como o meu são muito interessantes, ainda mais quando são baseados em lendas. ‘Cursed’ é baseada em uma das lendas mais importantes da literatura inglesa, portanto é interessante conhecer a fundo a lenda desta mulher que muita gente não conhece, que também é conhecida como ‘Senhora do Lago’. Estou muito feliz, não apenas por dar vida à Nimue para a sua história seja conhecida a nível mundial, mas também por ter a possibilidade de narrar um caminho que uma mulher passa para se tornar uma heroína. Foi tudo uma honra e também um desafio, porém um desafio muito divertido.”

Bom, Katherine Langford é conhecida por ter interpretado um drama muito intenso como foi ’13 Reasons Why’, agora vem o desafio de tentar novos estilos e gêneros e fazer com que ‘Cursed’ faça uma mudança total em sua filmografia. “É a primeira vez que faço algo deste nível e com este gênero. É a primeira vez também que tive que aprender uma grande quantidade de novas habilidades: aprendi equitação, lutar com uma espada. Esta era uma das razões pelas quais eu estava tão empolgada com este papel, haviam muitas coisas novas para aprender!” E qual é o maior aprendizada que a Katherine Langford leva deste papel? “Depois de tudo isto, passei a ter uma nova perspectiva sobre este mundo, especialmente me fez começar a respeitá-lo profundamente. As histórias épicas demandam muito trabalho, tanto por parte do elenco quanto da produção, eles investem tanto esforço e energia nestas histórias que, de verdade, agradeço a oportunidade de ter isto na minha vida.”



Fonte: Glamour UK

Katherine Langford ascendeu para a fama após estrelar como Hannah, uma adolescente que tirou sua própria vida em ’13 Reasons Why’. A série da Netflix não só engatou a carreira dela e a rendeu uma indicação ao ‘Globo de Ouro’, engatou uma nova discussão acerca de saúde mental.

Através do poder do Zoom, Katherine sentou à minha frente na sala de seu esconderijo europeu de quarentena, após se encontrar entre seu país natal, Austrália, e os EUA (Katherine é bem privada sobre seu paradeiro, com 16.6 milhões de seguidores no Instagram) e logo após a quarta e última temporada de ’13 Reasons Why’ ser lançada. O visual dela é relaxado e ela está aquecida; ela está usando uma camisa larga, com o cabelo solto e apenas um ponto leve de maquiagem. Ela me conta que começar uma discussão sobre saúde mental tão cedo na carreira dela é uma das coisas que mais a orgulha, mesmo se às vezes custar sua própria saúde emocional.

“Eu acho que de início, apenas ter papéis que se relacionam com saúde mental foi tão importante. Mas eu sou uma pessoa bem empática,” conta a atriz de 24 anos de idade. “Eu aprendi a me controlar fazendo isto agora, porque às vezes se eu ouço a história de alguém e a pessoa está chorando, eu choro com ela porque eu sinto aquela dor. Ouvir as histórias das outras pessoas me fez perceber o quão humanos todos nós somos. Eu senti isto e passei por tantas coisas enquanto eu crescia, mas você percebe que todos nós temos reações parecidas conforme vamos ficando mais velhos.”

Agora, ela aprendeu a cuidar da sua própria saúde mental, eu me pergunto, especialmente tendo em vista as discussões controversas sobre o trabalho dela? “É uma jornada, amor! Eu acho que nós sempre estamos tentando cuidar e sempre aprendendo,” ela responde. Para muitos de nós, os eventos dos últimos meses transformaram esta jornada em uma montanha-russa e a Katherine não é diferente.

Apesar de ter uma nova coleção de plantas para “conversar e cantar” – incluindo uma ficus chamada Eric por causa do Eric Clapton – Katherine passou a maior parte da quarentena sozinha. “Eu estava precisando desacelerar, mas eu passei por alguns altos e baixos porque foi muito esmagador,” ela conta. “Às vezes, você se sente bem solitário. Eu só queria um abraço. Eu sinto falta de abraços.”

É essa relacionabilidade e o fato de ela representar uma nova geração tanto na frente quanto por trás das câmeras que fizeram com que a Katherine fosse recentemente nomeada a mais nova embaixadora da L’Oreal Paris e ‘Woman of Worth’ – ela não é simplesmente um ‘rosto’ ela representa mais do que uma imagem. Apesar dos altos e baixos da vida atualmente, ela sente que vale à pena?

“Ninguém nunca sente 100%, mas você sempre vale à pena,” ela diz, com um rápido sorriso no rosto. “Alguns dias eu acordo e eu não me sinto bem. Como na quarentena agora, quando eu estou sozinha e você está usando o mesmo pijama há três dias e não vê ninguém. Mesmo você não acreditando naquilo naquele momento, você sempre vale aquela atenção. Diga suas próprias afirmações tipo ‘Garota, levante da cama, você vai conseguir’. Qualquer coisa que você quiser fazer, você pode fazer. É esta crença e esta coragem!”

As afirmações positivas certamente são convenientes tendo em vista seu papel mais recente, a resposta da Netflix para ‘Game of Thrones’, ‘Cursed’. Em uma remodelação feminista da lenda Arthuriana, a Nimue de Katherine – LEVE SPOILER: que está destinada a se tornar a ‘Senhora do Lago’ – une forças com um mercenário (Arthur) para entregar a abominável e antiga espada para Merlin. Mas em uma versão verdadeira de 2020, a própria Nimue detém o poder ao invés do futuro Rei Arthur.

Dois anos de produção, com um ano sólido filmando nos lugares mais profundos, sombrios – e naturalmente mais molhados – pelo Reino Unido, desde Cornwall até o país de Gales, as filmagens de ‘Cursed’ não foi sem desafios para Katherine. “A magnitude deste trabalho é algo que eu acho que ninguém esperava,” ela disse, inchando as bochechas. “Eu precisei aprender a lutar com espadas, andar a cavalo e aprender um novo dialeto inglês e mantê-lo durante 16 horas por dia. Eu precisava conseguir fazer essas acrobacias e manter esta energia sem me machucar. Alguns dias nós simplesmente precisávamos conseguir a cena e eu passava muito tempo na água e se você está sentindo frio, seus lábios vão tremer. Então eu aprendi a respirar através do método Wim Hof – uma respiração muito controlada – apenas para filmar poucos segundos em que seus lábios não estivessem tremendo.” Como se isto não fosse suficiente, ela até mesmo co-criou e cantou a música tema da série “I Could Be Your King”. Há ALGO que a Katherine não consegue fazer? Vamos aguarda…

Mostrando a completa resiliência desta nova rainha multifacetada das telas foi algo imperativo para a Katherine. “Fazer com que a Nimue fosse forte deste jeito e uma personagem capaz foi exatamente o que eu queria alcançar. Eu quero que jovens garotas vejam não só que elas podem ser fortes e que podem lutar, mas que elas podem fazer isto de uma forma que as honre, honre o corpo delas e também honre o gênero delas.”

No entanto, a percepção de sua própria força física – e crucialmente mental – aconteceu bem antes da época em que ela assumiu seu assento na mesa redonda do Arthur. Ela cresceu em Perth, Austrália com sua mãe Elizabeth, uma pediatra, seu pai Stephen, um “flying doctor” e sua irmã Josephine, também atriz, que estrelou no romance adolescente da infância dela, ‘After’. Katherine diz: “Eu amava e a Austrália é um dos lugares mais mágicos da Terra para mim. Mas o pensamento de me tornar uma atriz não parecia alcançável, ainda mais a possibilidade de fazer isto por tantos anos.”

Ao invés de perseguir seu sonho de atuação, ela focou em se tornar uma nadadora profissional nacionalmente conhecida, o que deu à ela fé em sua imagem corporal – algo que provou ser inestimável ao entrar em uma indústria que ainda é obcecada com a aparência. “Eu acho que não foi até recentemente e talvez até mesmo durante ‘Cursed’ que eu comecei a dar crédito ao meu corpo pelo que eu estava fazendo ele passar,” ela diz. “Por um lado, eu cresci fazendo esporte com um certo valor no meu corpo. Eu não focava apenas na aparência do meu corpo. Por outro lado, você enfrenta outras críticas como ‘você não vai caber nesta roupa, seu corpo não é deste jeito e você é muito forte’ – não que isto seja grande coisa. Eu sou muito grata por ter mantido este respeito pelas capacidades do meu corpo ao entrar nesta indústria. Eu já ouvi de várias garotas e também de garotos que disseram que adorou ver alguém que parecesse com eles!”

Se sentir refletida e vista não foi algo que cresceu junto com a Katherine, já que ela teve dificuldades em se encontrar quando estava na escola. “Eu não sabia onde eu me encaixava e isto era um grande problema para mim, eu fazia esportes mas eu também era ‘feminina’ e eu gostava de maquiagem, mas eu não queria fazer parte daquele grupo de garotas populares e eu também era nerd. Eu lembro que havia essa ‘revista de meninas’ e haviam fotos de celebridades com uma frase delas. Tinha uma foto da Scarlett Johansson que estava falando algo como ‘Simplesmente seja você mesma’. Eu tinha 12 anos de idade e eu vi isto e eu fiquei pensando ‘Mas quem eu sou? Me diga quem eu devo ser. Eu devo me vestir de uma certa forma e aí eu viro esta pessoa?'” Felizmente para a Katherine, Lady Gaga se tornou sua ‘mamma’ da cultura pop mostrando para ela que nós nascemos de fato desta forma.

Este questionamento de sua própria identidade fluiu de uma forma que ela vislumbrou sua própria jornada da beleza também. “Quando eu era mais nova, beleza ou ser bonita correspondia a ser parecido com outra pessoa,” ela diz. “Eu acho que eu me senti um pouco intimidada com maquiagem, porque a minha mãe não usava muito e eu não queria usar muito por causa do esporte. Então às vezes a beleza parecia bem opressora e conseguir ver isto como algo expressivo e libertador foi simplesmente muito libertador.”

Katherine é certamente libertadora e no controle de sua própria beleza agora, fazendo sua própria maquiagem para o ensaio fotográfico de capa da GLAMOUR sob as instruções da diretora Val Garland, diretora de maquiagem global da L’Oréal Paris, e tirando suas próprias fotos em um iPhone.

Criar fotos para capas é algo que a Katherine ainda diz que “não consegue acreditar” que ela faça parte disto, após uma jornada difícil no começo de sua carreira. “Uma das grandes lições que eu já tive foi quando eu entrei na escola de teatro após fazer testes durante três anos. Me pediram para fazer audições em dois projetos nos EUA e no Reino Unido. Então eu recusei a escola de teatro para fazê-los e fui rejeitada em ambos,” ela me conta, jogando seu longo cabelo da direita para a esquerda.

“Eu voltei para a Austrália sem poder ir para a escola, sem um trabalho e eu precisei pedir meu emprego no bar de volta. Foi naquele momento que eu estava no fundo do poço. Eu não sabia o que eu ia fazer, se eu nasci para fazer isto ou se isto sequer era possível,” ela continuou. “Eu continuei fazendo audições e foi algumas semanas após isto que o meu primeiro projeto, que acabou sendo ’13 Reasons Why’ surgiu. Isto para mim foi um grande ponto de reviravolta. Eu precisei reunir muita força para continuar fazendo isto. Eu quase desisti. Eu acho que eu quase não estaria aqui se eu não tivesse insistido. Eu sou muito grata e agradecida que tudo deu certo e a jovem Katherine continuou insistindo.”

Agora com 24 anos, Katherine certamente está fazendo o que gosta e se assegurando de que sua voz ainda seja ouvida, apesar da narrativa desatualizada sobre “mulheres difíceis” na sociedade. “Você está com tanta vontade de agradar no sentido de fazer o seu trabalho dando o seu melhor,” ela diz. “Você ouve todas essas histórias sobre as pessoas serem ‘difíceis’. Então eu tenho muita consciência de que ‘Eu não quero ser difícil.’ Ainda tem uma parte de mim que reconhece que mesmo se eu disser algo independentemente do quão eloquente ou lógico seja, vai ser visto de uma forma diferente.”

“Com ‘Cursed’ eu não fui reprimida, tipo quando as pessoas te chamam de ‘querida’ ou ‘fofa’. Havia um respeito que eu também aprendi fazendo certas acrobacias. Quando a sua voz pode ser ouvida e as pessoas podem respeita-la, ouvi-la, sem prejudicar ou sem outras ideias, é assim que deveria ser. A voz de todo mundo é igual e todo mundo tem sua própria experiência para contar, a opinião de todo mundo é válida e importante.”

Trabalhar em favor do mundo #MeToo, em que a irmandade é agora mais celebrada do que nunca fez igualmente com que Katherine sentisse que a opinião dela não é só importante mas sim válida. “Minha primeira indicação ao ‘Globo de Ouro’ veio na época do movimento ‘Time’s Up’. Reese Whiterspoon me procurou e nós conversamos no telefone. Eu pensei ‘Ai meu Deus, essa pessoa quer me dar boas vindas’. Nós tivemos uma reunião no dia seguinte e eu entrei neste cômodo com 25 das atrizes mais experientes, eu fiquei em choque, mas ao mesmo tempo eu me senti muito bem vinda. Eu fiquei um pouco chorosa quando eu estava falando com algumas delas, porque, especialmente crescendo nesta indústria, você ouve essas coisas tipo ‘Mulheres são deste jeito, mulheres são daquele jeito’ e pareceu ser tão distante da realidade,” Katherine continua. “Perceber que nós na verdade não precisamos competir – nós somos uma força tão indomável juntas quando nós realmente apoiamos umas as outras e ficamos juntas, isto só serve para nos levantar!”

Com o aumento da apreciação pelo trabalho dela, é seguro dizer que Katherine não vai aceitar ser rotulada – nem agora, nem nunca. “Eu acho que eu ainda não sei 100% quem eu sou e eu não quero colocar rótulos em mim mesma, porque nós colocamos rótulos nas coisas para fazê-las mais fáceis de digerir. Eu ainda me sinto inquieta, mas de uma forma boa porque foda-se isto, foda-se, eu vou ser eu mesma.” Por um segundo, eu sou agraciado um um pouco de como é viver na cabeça da Katherine, enquanto ela pausa e diz: “Desculpa, acabou de vir uma música da Gaga na minha cabeça em que ela canta ‘Mulher forte, eu não preciso de permissão!'”

Este é o espírito de Katherine Langford, ela não está pedindo permissão para ninguém, ela não está pedindo desculpas por seguir seu próprio caminho em uma nova Hollywood.



Fonte: Polygon

Na linha de ‘Game of Thrones’, a Netflix liderou as indicações de novas fantasias televisivas épicas, com séries como ‘The Witcher’, ‘The Dark Crystal’ e ‘The Letter for the King’ dentre suas produções originais. A próxima da fila é ‘Cursed’, uma reimaginação da lenda Arthuriana baseada em um livro do escritor Tom Wheeler e do escritor e ilustrador Frank Miller. O novo foco desta antiga lenda é Nimue, a ‘Senhora do Lago’, que no conto original presenteia o Rei Arthur com a espada mágica, a Excalibur. Em ‘Cursed’, é ela quem é destinada a empunhar a espada.

Durante uma visita no set britânico de ‘Cursed’, Katherine Langford admitiu que seu conhecimento sobre o mito Arthuriano era limitado, com algumas exceções. “Eu definitivamente assistia (a série da BBC de 2008) Merlin quando eu era mais nova e cresci aqui, então este era o meu único ponto de entendimento real das lendas do Rei Arthur,” ela disse durante um tempo livre entre as filmagens. Mas este relativo desconhecimento e a demanda física de uma reinvenção de uma história de 1000 anos de idade, foram os motivos que fizeram com que a atriz quisesse entrar de cabeça. “Essa é a primeira audição de fantasia que eu consegui então eu estava muito empolgada. Também é o primeiro papel que eu já tive que exigiu um componente físico. Há lutas de espada, passeios a cavalo, correr entre as coisas que estão pegando fogo – tem sido um tipo de processo bem diferente.”

Para Katherine, a diferença significante de ‘Cursed’ foi em centralizar a mulher que geralmente é esquecida, até mesmo em atualizações modernas do mito Arthuriano. A atriz viu o valor ao ver este tipo de interpretação: “Eu já ouvi falar da ‘Senhora do Lago’ e eu já vi desenhos incríveis dela, mas não havia muita informação por aí sobre ela – nós sabemos a jornada do herói, mas nós não sabemos direito sobre a história da heroína. E eu acho que o que faz aplicável atualmente é que você vai ver os desafios que ela especificamente enfrenta.”

Assim como esta subversão do conto clássico, a série tenta se diferenciar por si só através do design de produção. Katherine elogiou Marianne Agertoft, a chefe de figurino de ‘Cursed’, por “criar as peças de figurino mais incríveis,” e Erika Okvist, que deu uma identidade à série através do cabelo, maquiagem e próteses. “Elas realmente estão fazendo disto um mundo que parece ser único e sobrenatural.”

As grandes funcionalidades do figurino foi importante para o uso prático e também para alcançar a visão da Nimue. “Na Idade Média haviam tantas coisas que evitavam que as mulheres se tornassem heroínas,” Katherine disse. “Algo tão básico quando às roupas delas, a base do que você usa todos os dias. A Nimue vai mudando seu visual conforme nós avançamos na série, por causa do estilo, mas também pela funcionalidade, porque quando eu tentei subir em um cavalo pela primeira vez no início da temporada, eu estava usando um vestido e quando eu fui subir na sela, eu fisicamente não conseguia subir.”

Sem mencionar o apelo estético também: “Ela começa em o que eu gosto de chamar de um saco de batata glamuroso. Ela começa como uma monja medieval, então ela parecia um saco gigante que coçava o dia inteiro. E então ela passou por uma transformação… Coisas medievais padrões, mas legais.”

Katherine leva um tempo antes de elaborar, “Ela tem umas calças de couro que são muito legais. Talvez eu as roube.”



Fonte: RadioTimes

Após estrear no hit adolescente da netflix, ’13 Reasons Why’, Katherine Langford está de volta na plataforma para outro projeto – desta vez, ela está no palco central.

No reconto Arthuriano ‘Cursed’, Katherine interpreta a futura ‘Senhora do Lago’, Nimue, uma guerreira mágica que lidera uma revolução contra cultos religiosos – e de acordo com a atriz, apesar das diferenças dos dois dramas, voltar para a Netflix foi um pouco como um retorno ao lar.

“’13 Reasons Why’ foi o meu primeiro papel e algo que eu sou tão grata,” Katherine contou ao RadioTimes.com. “E obviamente, ter um ótimo relacionamento com a Netflix é uma coincidência muito feliz, já que são eles os responsáveis por esta história também.”

No entanto, Katherine admitiu que sair de ’13 Reasons Why’ na segunda temporada deu a ela um espaço para respirar antes de se recomprometer com outro papel, acrescentando que ela sente que cresceu e mudou como atriz desde que se despediu da Hannah Baker.

“Eu também acho que foi bom ter este tempo para respirar, de fechar aquele capítulo dois ou três anos atrás, e ter espaço para fazer alguns outros papéis antes de voltar para outro grande comprometimento como esta série,” Katherine explicou.

“Eu sinto que eu cresci muito mais como pessoa e espero que mais como atriz e isto é algo que eu espero continuar fazendo.”

Certamente, ela parece pensar que ‘Cursed’ – que reconta um capítulo esquecido do mito Arthuriano completo com novas versões de Merlin e Arthur – é uma chance de empurra-la ainda mais para frente.

“Eu acho que este projeto em particular é tão especial para mim,” ela nos disse, “no sentido de que realmente parece que é diferente de tudo que eu já fiz antes. E também parece que eu estou contando uma história diferente, no sentido de… É meio que de uma forma madura e crescida, o que eu sinto que eu também tenho como pessoa. Nós realmente vemos a Nimue ir desta jovem mulher para uma adulta, realmente chegar à fase adulta e eu acho que esta é uma história ou jornada que não é frequentemente contada ou nós não vemos o suficiente.”



Katherine Langford respondeu as comparações entre sua série da Netflix, ‘Cursed’, e ‘Game Of Thrones’ e ‘The Witcher’.

Baseada no livro de Tom Wheeler e Frank Miller, ‘Cursed’ é um reconto da lenda Arturiana que segue o ser mágico, Nimue, uma jovem mulher com um dom misterioso, que está destinada a se tornar a ‘Senhora do Lago’.

Ao sentar com o Digital Spy e outras mídias recentemente, a atriz (que interpreta Nimue) explicou que a próxima adaptação não se encaixa necessariamente em um gênero específico, mesmo ‘Cursed’ dividindo muito DNA com fantasia medieval.

“Eu sou muito pergntada pelos fãs e pelas pessoas que amam este gênero: ‘Como é?’ – eu ainda estou tentando entender,” ela disse.

“Para mim, ‘Cursed’ é muito interessante, porque não é nem um nem o outro. É uma mistura de seus próprios elementos e se destaca por si só neste sentido. Eu definitivamente acho que é uma história fantástica e histórica,que é cheia de ação e um suspense completo. Mas também possui uma qualidade de pé no chão. Possui laços pesados com a Terra e natureza, mas, por outro lado do espectro, há esta essência real de mágica.”



Fonte: LifeStyle.Inq

Como se puxar uma espada mágica inesperadamente de uma pedra, Katherine Langford se encontrou na posição de princesa das telas. A atriz de 24 anos de idade de Perth, Austrália, na verdade foi recusada em escolas de teatros, apesar de seu talento, porque ela era muito jovem, mas após seu poderoso papel como Hannah Baker na controversa série da Netflix ’13 Reasons Why’, ela se tornou a jovem atriz mais quente de Hollywood. Ela teve um papel peculiar no excelente elenco do thriller de Rian Johnson, ‘Entre Facas e Segredos’ e como a Morgan Stark mais velha, a filha de Tony Stark em ‘Avengers: Endgame’, da Marvel. Esta cena foi cortada da versão final, mas por demanda popular conseguiu ser restaurada para a versão da plataforma da Disney+, então Katherine sabe sabe como é reinventada.

Este mês, Katherine assume o protagonismo da rinvenção da Netflix da lenda do Rei Arthur e da Excalibur. A série de 10 episódios ‘Cursed’, baseada no romance para jovens adultos de Tom Wheeler e Frank Miller, conta com a espada mágica nas mãos da Nimue de Katherine, a legendária ‘Senhora do Lago’. Na série, Nimue é uma das pessoas mágicas Fey, que estão sendo erradicadas pelos Paladinos Vermelhos. Foi entregue a Excalibur pra ela por sua mãe que estava morrendo com uma instrução: certifique-se de que seja entrega para o desonrado Merlin (Gustaf Skarsgard). Fugindo do perigoso Weeping Monk (Daniel Sherman), Nimue une forças com o futuro cavaleiro Arthur (Devon Terrell) para encontrar o destino dela no mundo sombrio que ela se encontra.

“Eu acho que o papel surgiu em uma época muito interessante,” Katherine contou ao Super via Zoom. “Eu estava mesmo procurando por algo que fosse especial e diferente de qualquer coisa que eu fiz antes e eu não estava necessariamente procurando uma série, mas quando o manuscrito foi enviado para mim e quando eu o li, eu simplesmente soube que aquilo era algo que eu queria fazer parte. Enquanto eu crescia, eu amava fantasia. Eu amava ação e especialmente, como mulher, esses papéis em que eles colocam a mulher no centro destes gêneros são distantes e poucos, então é realmente algo que eu tenho muito orgulho em fazer parte.”

(…)

Enquanto falavam sobre os pontos fracos em filmar ‘Cursed’, tanto Katherine quanto Gustaf encontraram histórias sobre andar a cavalo. “Eu desenvolvi um relacionamento muito próximo com o meu cavalo Jack,” Gustaf disse. “Ele era um animal incrível. E nós realmente nos demos bem e ele conseguia basicamente ler a minha mente.” “E foi um trabalho trabalhar com o Jack, não tão prazeroso quanto trabalhar com a Katherine, mas foi muito maravilhoso.” Katherine admite com uma risada que ela também gostava do Jack e ficou com ciúmes do fato de Gustaf ter dado corda para o cavalo.”

A verdade seja dita, a ascenção da Nimue de ‘Cursed’ ecoa a jovem lenda que Katherine Langford é, seu novo papel proeminente é um indicativo da história que ela vai fazer, com ou sem espada mágica nas mãos. “Quer dizer, eu ainda me sinto muito jovem,” ela disse. “Tipo, eu tenho muito para pensar tanto como pessoa, quanto como atriz. Eu tenho muita sorte de ter feito parte dos projetos que eu fiz parte, mas eu novamente ainda acho que ainda há muito o que se aprender e sinceramente uma das melhores coisas sobre ter tido sorte o suficiente de participar dos projetos que eu amo e sou apaixonada é trabalhar com pessoas incríveis.”



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