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Fonte: Digital Spy

Katherine Langford não estava disponível para filmar a série final de ’13 Reasons Why’ – o que provavelmente é uma surpresa para quem assistiu os episódios.

A personagem dela, Hannah Baker, faz uma aparição final no último episódio de ’13 Reasons Why’ em uma das visões do Clay Jenson (Dylan Minnette), andando em direção a ele no ginásio após a colação.

No entanto, esta cena foi alcançada através de alguns truques visuais, conforme evidenciado pelo fato da Hannah utilizar a mesma roupa utilizada no Baile no episódio cinco da série.

Katherine recentemente disse ao Digital Spy e a outras mídias que ela simplesmente estava muito ocupada com a nova série da Netflix dela, ‘Cursed’, para voltar para uma nova cena de ’13 Reasons Why’

“Eu acho que eu ainda estava filmando ‘Cursed’, então eu não pude voltar e filmar nada,” ela relembrou. “É engraçado porque eu ainda não terminei de ver a terceira e a quarta temporada – mas eu estou assistindo a terceira temporada e depois vou assistir a quarta, agora que o capítulo está finalizado.”

“Eu estou muito orgulhosa de todo mundo do elenco e nós ainda somos muito próximos. De várias formas, eu já sabia o que acontecia e eu simplesmente estou tão orgulhosa deles. Finalizar este capítulo foi uma parte tão especial instilada na vida de todos nós.”

Já que Katherine não filmou exatamente nada novo para o fim de ’13 Reasons Why’, ela estava sequer ciente de que os produtores usariam uma filmagem dela?

“Sim, eu sabia. Eu sabia sim. Sim,” ela nos confirmou.



Fonte: The Guardian

A Netflix removeu uma cena controversa de suicídio do drama adolescente, ’13 Reasons Why’, mais de dois anos após sua estreia.

Em um depoimento, o serviço de transmissão disse que a sequência de três minutos da primeira temporada da série, que mostra a protagonista tirando a própria vida, foi reeditada devido a aconselhamentos de peritos médicos.

“Nós ouvimos de muitos jovens que ’13 Reasons Why’ os encorajou a iniciar discussões sobre assuntos difíceis como depressão e suicídio e a procurar ajuda – geralmente pela primeira vez,” disse a Netflix.

“Enquanto nós nos preparávamos para lançar a terceira temporada no fim deste verão, nós fomos cientificados acerca do debate que gira em torno da série. Então, após conselhos de peritos médicos, incluindo Dr. Christine Moutier, médica-chefe da ‘American Foundation for Suicide Preservation’, nós decidimos, juntamente com o criador Brian Yorkey, e os produtores, editar a cena em que Hannah tira sua própria vida.”

Adaptada do romance jovem adulto de mesmo nome, ’13 Reasons Why’ gira em torno do suicídio da estudante do ensino médio Hannah Baker e o efeito que sua morte causa em seus colegas de classe.

A cena reeditada, que anteriormente retratava o suicídio de Hannah com detalhes gráficos, atualmente corta diretamente de uma cena de sua personagem olhando para si mesma no espelho para seus pais reagindo à sua morte.

Em uma declaração, os sanitaristas parabenizaram a decisão da Netflix em remover a cena e disse que a caridade tem trabalhado com a plataforma para promover aconselhamento em como retratar o suicídio de forma segura.

“Enquanto demonstrar tópicos difíceis em dramas podem ajudar a conscientização e encorajar as pessoas à procurarem ajuda, é importante que seja feito de uma forma responsável, devido aos riscos evidenciados ao abordar este assunto na mídia,” Lorna Fraser, do serviço de aconselhamento de mídia da caridade, disse. “Diretores de programas devem sempre procurar aconselhamento de especialistas em como retratar o suicídio, para se certificar de que o risco aos espectadores vulneráveis sejam minimizados.” 

A Netflix foi criticada por grupos de saúde mental pela natureza “sensacionalista” da cena desde o lançamento da série em abril de 2017, com um porta-voz da ‘Royal College of Psychiatrists’ dizendo que as abordagens dramáticas do suicídio “colocam jovens desnecessariamente em uma posição vulnerável de risco de comportamento de repetição.”

Uma matéria lançada no início deste ano pelo ‘Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry’, por outro lado, divulgou que o suicídio entre os adolescentes cresceu 28.9% no mês seguinte ao lançamento da primeira temporada. Apesar de a matéria não ter citado causa direta entre a cena e o aumento, seu coautor disse à imprensa para ser “construtivo e consciente” acerca da influência sobre pessoas vulneráveis.

No meio das controvérsias, a Netflix acrescentou avisos para os espectadores sobre os conteúdos gráficos, bem como criou um site que oferece apoio para às pessoa que se sentirem afetadas pela série.

A decisão de reeditar a cena ofensiva segue a remoção de uma cena em seu drama distópico. Bird Box, que trazia filmagens de um acidente na vida real.

Apesar da controvérsia em volta de ’13 Reasons Why’, o drama se tornou popular dentre os espectadores da Netflix, os quais tiveram seis milhões de espectadores assistindo o primeiro episódio da segunda temporada após três dias de seu lançamento, de acordo com a estimativa independente feita por Nelsen. Uma terceira temporada será lançada ainda este ano.



A aguarda premiação do canal E! Entertainment, People’s Choice Awards, está prevista para acontecer, este ano, no dia 11 de novembro, em Los Angeles, CA. Os nomes dos indicados saiu nesta última quarta-feira, dia 05, e Katherine, juntamente com o filme ‘Com Amor, Simon’ e a série ’13 Reasons Why’, concorrem à cinco categorias. Confira a seguir:

Astro de Série de Drama de 2018

  • Katherine Langford – 13 Reasons Why
  • Andrew Lincoln – The Walking Dead
  • Ellen Pompeo – Grey’s Anatomy
  • Jason Bateman – Ozark
  • Kerry Washington – Scandal
  • Justin Hartley – This Is Us
  • Mariska Hargitay – Law & Order: SVU
  • Freddie Highmore – The Good Doctor
  • Chrissy Metz – This Is Us
  • KJ Apa – Riverdale
  • Elisabeth Moss – The Handmaid’s Tale
  • Darren Criss – The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

Filme de Comédia de 2018

  • Com Amor, Simon
  • Te Peguei!
  • A Noite do Jogo
  • Não Vai Dar
  • Sexy Por Acidente
  • Do Jeito Que Elas Querem
  • Alma da Festa
  • Tio Drew
  • Overboard
  • Meu Ex é um Espião
  • Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo
  • Podres de Ricos

Série de 2018

  • The Walking Dead
  • This Is Us
  • Grey’s Anatomy
  • The Big Bang Theory
  • Will & Grace
  • WWE Raw
  • The Good Doctor
  • 13 Reasons Why
  • 9-1-1
  • America’s Got Talent
  • Modern Family
  • Saturday Night Live

Série de Drama de 2018

  • The Walking Dead
  • This Is Us
  • Grey’s Anatomy
  • 13 Reasons Why
  • The Good Doctor
  • Scandal
  • Lost in Space
  • 9-1-1
  • Westworld
  • Riverdale
  • The Handmaid’s Tale
  • Castle Rock

Série mais ‘Maratonável’ de 2018

  • The Assassination of Gianni Versace: American Crime
    Story
  • Killing Eve
  • The Sinner
  • GLOW
  • The Walking Dead
  • Queer Eye
  • Ozark
  • The Marvelous Mrs. Maisel
  • 13 Reasons Why
  • Unbreakable Kimmy Schmidt
  • Shameless
  • Younger

VOTAÇÕES: As votações irão ocorrer através do site oficial do PCA’s, bem como pelo twitter, basta tweetar as seguintes hashtags:



Fonte: SensaCine

Já podem ver nas telonas ‘Com Amor, Simon’, adaptação do livro para jovens adultos de Becky Albertalli. Nick Robinson (Jurassic World) é o protagonista, um adolescente que aparentemente tem tudo: amigos divertidos e fiéis, pais compreensivos e um grande futuro pela frente. No entanto, guarda um segredo em seu interior: é gay, mas não tem coragem de contar a ninguém. Tudo irá mudar quando conhece ‘Blue’ na Internet. O SensaCine teve a oportunidade de falar com o diretor Greg Berlanti e os protagonistas Nick Robinson e Katherine Langford, conhecida por seu papel de Hannah Baker na famosa série ’13 Reasons Why’ da Netflix.

“Acredito que a beleza deste filme é que a visão e a forma em que é escrita refletem o ambiente social atual”, responde Katherine Langford sobre a essência de ‘Com Amor, Simon’, que fala sobre aceitar a si mesmo, mas também sobre a aceitação dos outros. “Quando Simon sai do armário, não se depara com ódio e ignorância. Sim, está presente no filme e segue estando presente no mundo real, infelizmente, mas creio que assume a postura da maioria das pessoas jovens na atualidade, que é o conhecimento e que isso não muda nada. Sua sexualidade é uma parte importante da sua identidade, mas não te define e não precisa se envergonhar dela.”

Confira a entrevista a seguir:



Mesmo que possa parecer prematuro chamar Katherine Langford de estrela, se alguém conjurar um relance de seus últimos anos se dará conta que não. Após o sucesso no mundo todo com a série da Netflix ’13 Reasons Why’, esta atriz australiana de 21 anos da um passo para o cinema com um dos filmes mais esperados do ano, ‘Com Amor, Simon’, e com um papel que, sem dúvida, lembra a Hannah Baker que a trouxe tãos bons momentos. O que ninguém nega é que Katherine tem demonstrado ter muito bom gosto escolhendo roteiros com um determinado conteúdo de atualidade e tratando temas polêmicos como o bullying, a depressão, a descriminação social ou o suicídio. E por isto ‘Com Amor, Simon’ é tão importante, porque ela interpreta Leah Burke, a melhor amiga do protagonista, um adolescente de 16 anos que não tem coragem de revelar sua orientação sexual até que um dia um de seus e-mails chega às mãos erradas e começa a ser chantageado com seu segredo. De tudo isso e de sua eminente carreira como atriz, conversamos com Katherine exclusivamente em Los Angeles.

Por que decidiu participar deste filme?
Eu me lembro que o roteiro me causou várias emoções, uma espécie de tornado que me afetou tanto que precisei aceitá-lo. Sou uma pessoa muito sensível e com ‘Com Amor, Simon’, me dei conta de que é uma versão de uma velha história que se repete. Acabava de terminar meu primeiro trabalho como atriz em ’13 Reasons Why’, e foi nesta época quando eu fiz o teste para o filme e eu tive certeza que eu queria fazer parte de uma história tão bonita.

Você tem apenas 21 anos, mas não tem medo de ficar rotulada com papéis de adolescente?
É verdade que eu só tenho interpretado adolescentes, mas eu reconheço que tenho tido muita sorte, porque, no fundo, são dois papéis muito diferentes.

Me fale sobre seu período de escola, antes de ser a atriz famosa que é atualmente.
É uma fase difícil para todo mundo, independentemente do lugar do mundo. Crescer não é fácil para ninguém. Eu tive sorte e aproveitei muitas experiências, frequentei uma escola para crianças talentosas durante os últimos três anos e tive um grupo de amigos muito liberal, muito solidário. Neste sentido, todos foram muito acolhedores, mas também escutei coisas loucas. Não sou imunes à estas outras experiências que as pessoas podem sofrer na escola.

Seus pais apoiaram a sua dedicação para isto?
Tive uma educação muito normal, já que meus pais não estavam envolvidos nesta indústria e sempre me apoiaram e trabalharam muito duro por mim. Eles sabiam que eu queria aproveitar meus momentos e foi isto que eu fiz. O que eu tenho certeza é que eu ainda tenho muito o que aprender e melhorar e, mesmo que os papéis que eu interpretei até então são parecidos, não tenho que me preocupar com os estereótipos, mas sim tentar participar de projetos que me motivem.

Por que decidiu ser atriz?
Desde pequena eu praticava vários esportes – eu era nadadora em nível internacional até os 14 anos – e eu gostava muito de música e interpretação. Quando encontro algo que realmente amo, algo em que eu me concentro e me foco, posso ser muito intensa. Quando me aceitaram na escola de superdotados e a quantidade de trabalho aumentou, decidi deixar a natação e me concentrar para ser atriz, porque é uma arte que me dá espaço para crescer como pessoa.

Nos seus trabalhos há uma forte carga social. Você sente a responsabilidade de contar histórias assim?
Sou muito jovem e muito sortuda por poder contar histórias que chegam às pessoas que vão além de mero entretenimento. Pessoalmente, meu público são pessoas jovem, quero estar ali para eles porque creio que é importante. Também usar as redes sociais para me aproximar de todos, quero estar a disposição deles e, por isto, usou meu nome e minha voz. Eu amo fazer parte do movimento Time’s Up pela magnitude internacional que há por trás disto e quero que meus seguidores saibam que estou com eles.

Falando sobre as redes sociais… Você está acostumada com elas?
Acho que tudo depende de como elas são utilizadas e, obviamente, de quanto e como você depende delas. As redes sociais tem suas vantagens e desvantagens, como tudo, mas permitem também que você se conecte com as pessoas, com uma comunidade global que as vezes pode ser benéfica e outras não… Pode-se encontrar fora de seu ambiente alguém para se relacionar, mas também a raiva e a inclusão global que gera expectativas pouco realistas. O assédio sem rosto, anônimo, não só estão colocando muitos jovens em cordas bambas, mas também sequer permitem que hajam consequências cara a cara. Senti que era importante fazer parte das redes sociais e criei meu perfil no instagram para todos os que precisam se comunicar ou expressar suas opiniões.

Você anunciou que não estará na terceira temporada de ’13 Reasons Why’. O que pode me contar sobre isto?
Sim, vai ser assim, mas esta série sempre será uma parte especial da minha vida.

Você gosta de investigar a parte psicológica dos seus personagens?
Na verdade, depende de cada projeto. Para a série, como é centrada em temas muitos pessoais, tive que conversar com vários psiquiatras, porque queria contar a história com sinceridade. No caso de ‘Com Amor, Simon’, não tive tempo nem achei que era necessário, mas eu li o livro em que se baseia o filme.

Confira scans da entrevista:



Fonte: E! Online

Durante um evento, Alisha Boe (Jéssica em ’13 Reasons Why’), em entrevista ao E! News, falou sobre a saída de Katherine Langford do elenco da série em uma declaração fofa.

“Somos uma família”, disse Boe à E! News. “Inclusive se ela não está na série, estaremos todos em contat. Ela fará parte de nós para sempre. Somos amigas da vida. Será difícil sem Katherine… Eu amo muito ela.”



No dia 16 de junho, em um sábado, ocorreu a premiação da MTV, a famosa MTV Movie & TV Awards. O evento foi apresentado por Tiffany Haddish, mas só foi ao ar no dia 18, na segunda-feira. Katherine estava concorrendo em duas categorias, a primeira juntamente com o elenco de ’13 Reasons Why’ ao prêmio de Melhor Série de TV, e a segunda ao prêmio de Melhor Atriz de Série de TV.

Infelizmente, Katherine não levou nenhum dos prêmios. O prêmio de Melhor Série de TV foi para Stranger Things, enquanto o de Melhor Atriz de Série de TV foi para Millie Bobby Brown.

No entanto, Langford roubou a cena do tapete vermelho ao chegar com um look preto e um laço dark na cabeça, completamente inspirado em sua diva Lady Gaga. Confira fotos e vídeos do evento a seguir:

FOTOS – RED CARPET

FOTOS – PREMIAÇÃO

FOTOS – BASTIDORES

VÍDEOS



Miles Heizer, o Alex de ’13 Reasons Why’, compareceu ao 11th Annual Television Academy Honors, evento ocorrido no dia 31 de maio. Durante sua passagem pelo tapete vermelho, em meio a entrevistas, Miles comentou sobre uma possível participação de Katherine na 3ª temporada de ’13 Reasons Why’ (já confirmada pela Netflix) e sobre a relação com a atriz. Confira o que Miles disse:

“Eu acho que sempre vai ter um lugar para ela nesta série,” ele disse. “Isso meio que começou com ela e ela interpreta uma parte tão grande, mesmo quando ela não está na série, nós ainda estamos meio que lidando com a história dela – muitos de nós – então eu acho que sempre vai ter espaço para ela estar lá. Ela estando lá ou não, eu não faço ideia, mas, eu amaria vê-la de volta sempre. Eu amo a Katherine.”

Durante o mesmo evento, Justin Prentice (Bryce), também só teceu elogios à atriz:

“Eu amo tanto a Katherine. Eu espero que a história dê certo e eles achem um jeito, isso seria ótimo,” ele compartilhou. “Mas ao mesmo tempo, eu acho que a segunda temporada terminou de uma forma muito boa para a personagem… Seria interessante ver.”



No inicio deste mês (01º de junho), Katherine Langford, juntamente com o elenco de ’13 Reasons Why’, compareceram ao painel da 2ª temporada da série no evento FYSee da Netflix em Los Angeles, CA. Durante o painel, Katherine ficou com os olhos cheios d’água ao falar o que interpretar Hannah Baker significou para ela e se nós a veremos na próxima temporada. Confira as fotos e o vídeo a seguir:

FOTOS

VÍDEO

 



Fonte: Los Angeles Times

A série da Netflix ’13 Reasons Why’ deixou todo mundo sobre ter o que falar no ano passado – e não foram apenas coisas boas.

A série contou o efeito do suicídio da adolescente Hannah Baker (Katherine Langford), que deixou para trás uma série de fitas relatando seu tormento interno. O drama elencou um duro enfoco nas difíceis verdades da vida dos adolescentes, bem como um assédio pesado através de redes sociais e assédios sexuais.

Baseado no romance bestseller de Jay Asher, a série quase que instantaneamente se tornou uma das séries mais exibidas dentre os espectadores jovens. Mas o drama também despertou uma tempestade de debates entre os adultos sobre ter glamourizado o suicídio. Algumas escolas preocupadas pelo país até fixaram avisos para os pais sobre permitir seus filhos a assistir.

Quando a possibilidade de uma segunda temporada foi sondada, uma pergunta rapidamente surgiu: Com a morte de Hannah na 1ª temporada ter exaurido a fonte material, essa é uma narrativa que realmente tem que continuar?

As pessoas disseram, ‘a história está contada’, que a vida dos personagens acaba ali, nós ouvimos todas as 13 fitas,” disse o produtor executivo Brian Yorkey, que encabeçou o projeto. “Eu sempre fui a criança que terminava um livro e queria saber o que aconteceria depois com os personagens. Então, para mim, eu não consigo imaginar essas crianças não seguirem em frente, ainda lutando com a ideia de que fizeram parte daquilo, para chegarem a um outro fim, a recuperação.”

A Netflix e os produtores sentiram que a missão principal da série de expor as verdades desconfortantes, valia a pena arriscar mais ultrajes e seguir em frente com a segunda temporada.

A continuação de ’13 Reasons Why’, que estreou há algumas semanas para críticas tépidas, mais adiante explora o impacto do suicídio da Hannah em seus amigos e família, bem como a culpabilidade da escola. Mas o escritor da série, que desenvolveu o arco da história com a ajuda de consultores de saúde mental, intensificou o foco no assédio assexual dentre os adolescentes.

O resultado é uma temporada que é tão provocativa e perturbadora quanto à primeira.

As coisas retomam com a distante amiga de Hannah, Jessica Davis (Alisha Boe), tentando estabelecer a normalidade de volta após ser estuprada por seu colega e atleta Bryce Walker (Justin Prentice) na última temporada. (Para quem não sabe, Hannah também foi abusada sexualmente de Bryce na primeira temporada)

Uma grande fonte de ultraje é uma cena no episódio final da temporada, em que o fotógrafo da escola Tyler Down (Devin Druid), um solitário da escola, é brutalmente estuprada por três estudantes e atletas, liderados por Monty, em um banheiro da escola. Em certo ponto, Tyler é sodomizado com um cabo de vassoura.

O Conselho Parental de Televisão, um grupo advocatício de Los Angeles que monitora a decência dos conteúdos, pediu para a Netflix cancelar a série.

A diretora do programa PTC, Melissa Henson, que assistiu inteiramente a segunda temporada, em um pronunciamento: “Para as crianças que já correm o risco, que estão sofrendo bullying ou abuso, a série talvez sirva de gatilho para alguns sentimentos e pode criar circunstâncias perigosas na vida real. Nós pedimos para que os pais e escolas estejam alertas e em guarda nas próximas semanas e meses.”

Yorkey sustenta sua opinião de enfatizar temas problemáticos e seus elementos na série.

“Eu entendo a tentação de querer proteger as crianças de tudo,” disse Yorkey, que não possui filhos. “Mas quando nós encobrimos as coisas com o silêncio, nós tendemos a encobri-las com um estigma e com vergonha, e quando nós não falamos sobre as coisas, as pessoas que passam por aquilo se sentem incrivelmente isoladas e não tem noção nenhuma de que alguém vá entender o que elas têm passado.”

Os novos episódios chegaram enquanto Hollywood – e a maioria de sua sociedade – continua a sentir os efeitos causados das recentes alegações de assédio sexual e estupro contra pessoas poderosas.

“Nós assistimos enquanto esses problemas meio que explodiram e entraram em cena e na nossa cultura,” Yorkey disse. “E eles são problemas que são centrais na segunda temporada. Não apenas assédio sexual, mas assédio sexual em série. As formas que isso sistematicamente impede a forma que instituições, seja intencionalmente ou por inércia, permitem que isso continua e tentam continuar mantendo como segredo.”

Enquanto Alisha vê isto, o fortuito desenvolvimento apresenta uma oportunidade de uma coisa boa. A atriz de 21 anos disse que recebeu centenas de mensagens no ano passado de jovens espectadores que se identificaram com a história de Jessica como uma vítima do assédio sexual. Mas ela também se lembrou de como sua personagem foi depreciada por algumas pessoas.

“Eu acho que são paralelos do que acontece no mundo real – como as pessoas culpam a vítima,” Alisha disse. “Elas não acreditam no sobrevivente e ficam ao lado do agressor. Mas é louco o quanto isso mudou no ano passado.”

Katherine, cuja presença de seu personagem nesta temporada é vista em flashbacks e em alguns tipos de aparições, disse que a história de Hannah é um exemplo do por quê estas histórias precisam ser contadas.

“Hannah foi vítima de assédio sexual e o que aconteceu com ela naquele momento de sua vida, foi algo com o que ela não conseguiu viver,” disse a atriz. “Eu acho que há algumas discussões incrivelmente importantes para serem feitas a partir desta série.”

A série expandiu a conversa para incluir assédio sexual masculino, disse Yorkey, porque os escritores sentiram, enquanto pesquisaram, que o assédio sexual de homem contra homem era “meio que uma epidemia”.

“Da mesma forma que nós fizemos com o assédio sexual na primeira temporada, nós queríamos que aquela cena fizesse justiça aos homens jovens que realmente experienciaram isto e tentar não suavizar o momento,” Yorkey disse.

Para Devin, atuar na cena foi angustiante. “Eu me lembro de ficar muito nervoso só pelo fato de ser uma cena tão traumática que pessoas reais tiveram que experienciar e eu acho que é isto que precisa ser lembrado – que pessoas reais passaram por aquilo.”

A Netflix se recusou a comentar sobre a reação que a descrição gráfica recebeu. Yorkey, no entanto, disse que a cena foi intensamente debatida entre os escritores, bem como com os produtores de estúdio e da Netflix.

Na turbulenta exploração de assédio sexual veio a questão da justiça. Yorkey disse que dois cartazes laranjas na parede da sala dos escritores guiaram a temporada: “O que é justiça” e “Você consegue encontrar justiça em um mundo injusto?” Yorkey cita uma estatística da RAINN (Rape, Abuse & Incest National Network): Apenas seis de 1.000 estupradores ficarão presos por seus crimes.

No fim da temporada, Bryce está no julgamento por estuprar Jessica e no fim, por unanimidade, recebe a leniente sentença – que não é diferente do caso de 2016 que envolveu o nadador da Universidade de Stanford, Brock Turner, que foi sentenciado a seis meses de prisão por assediar sexualmente uma mulher inconsciente.

“Eu acho que muitos espectadores vão achar que o que nós entregamos foi insatisfatório,” Yorkey disse. “E nós sentimos que é assim que deve ser, porque, infelizmente, a justiça pode ser difícil no mundo real neste assunto.”

O julgamento contra Bryce trouxe a tona uma cena que quase não foi ao ar, devido a preocupação de que os espectadores achassem que a série estivesse seguindo a história do #MeToo. Na cena, Jessica direciona seu depoimento a seu agressor, Bryce, enquanto ela reconta a experiência traumática do estupro. A cena transitou para outras personagens femininas na série, que recontarem suas próprias histórias de serem abusadas ou assediadas.

Para Prentice, interpretar o agressor em série Bryce permitiu que ele visse como o comportamento desviante em uma idade jovem pode causar danos.

“Bryce cresceu desrespeitando as mulheres e sentindo que o mundo gira em torno dele,” Prentice disse. “Infelizmente, há muitos Bryces por aí neste exato momento. Eu acho que há esperança que tudo isso possa mudar se nós simplesmente começarmos a falar sobre este assunto, o que o estupro significada, o que o assédio sexual significa, o que consentimento é e influenciar esses jovens desde cedo.”

Confira as fotos do photoshoot realizado pelo fotógrafo Michael Nagle para o Los Angeles Times:



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