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Fonte: The Daily Telegraph

 

Você tem passado a quarentena na Suécia. Como isto aconteceu?
É tão aleatório. Eu estava viajando pela Europa e foi quando começou a ficar difícil pegar um vôo de volta para casa, então eu fiquei aqui com alguns amigos.

Do que você mais sente falta na Austrália?
Sinceramente, tudo. Eu cresci em Perth e tem essa piada lá que todo mundo diz que quer sair de lá… Mas quando eles saem, eles sempre voltam.

Você não considerava seriamente uma carreira como atriz até você estar no caminho para trabalhar com música. O que mudou?
Quando eu tinha 18 anos, eu teinha sido aceita para fazer um curso de música, mas eu recusei no último minuto porque eu senti que não era a coisa certa. Então eu consegui três empregos, então eu estava trabalhando como garçonete, como porteira em um cinema e andava pelo shopping como Coelhinho da Páscoa nas férias escolares.

Três anos depois, você virou a estrela da série da Netflix ’13 Reasons Why’. Você pode traçar o caminho do Coelhinho da Páscoa para o papél que te impulsionou para o holofote global?
No fim do ano, eu fiz audições para alguns empresários americanos e após três anos sendo rejeitadas, eu fui aceita pela WAAPA (Western Australian Academy of Performing Arts).

Dois dias depois, os empresários americamos me ligaram e disseram que o projeto que eu fiz audição me amou e que eles queriam que eu fosse para LA e Londres para conversar com as conexões deles.

Eu precisei ligar para a direção da WAAPA e explicar que eu não podia aceitar a minha vaga. Eu assumi um grande risco, eu voei para LA e Londres e depois eu voltei para casa – porque eles não me queriam!

Então eu não tinha emprego, nem a escola de teatro, nem dinheiro. E eu estava pedindo a todos os meus empregadores antigos o meu emprego de volta. Então a minha audição para ’13 Reasons Why’ surgiu.

A série e particularmente a sua personagem, causou um impacto para os adolescentes e a transformou em algo tipo um modelo a se seguir. Como você lidou com isto?
Talvez seja um pouco estranho chamar a si mesmo de exemplo a se seguir. Eu sou uma pessoa e eu ainda estou tentando me encontrar. Mas eu participei de projetos como ’13 Reasons Why’ e ‘Com Amor, Simon’ com as quais as pessoas se identificam e são mais profundos do que entretenimento.

Histórias fazem com que nós nos sintamos vistos e ouvidos e esta é uma ferramenta poderosa. O que está acontecendo no mundo é que nós não estamos ouvindo e vendo todo mundo e isto precisa mudar.

Você teve dificuldades com o estrelado da noite pro dia?
Eu definitivamente tive uma fase de ajustamento e alguns momentos desconfortáveis. Pode ser bem esmagador. Quando há algo na indústria, as pessoas ficam empolgadas com a energia nova e se você não manter os seus pés no chão, você pode ser empurrado para direções diferentes.

Alguém me perguntou “Você está pronto para que a sua vida mude?” Eu não sabia exatamente o que ela queria dizer. O que eu percebi é que isto não me mudou, mas sim como as pessoas me viam.

’13 Reasons Why’ também foi controverso por sua retratação do suicídio adolescente. Olhando para trás, como você se sente com a resposta do público?
De várias formas, foi o pior, mas também o melhor primeiro papel para se ter. As reações no fim foram, e sempre vão ser, muito especiais para mim.

No mês passado você foi indicada como embassadora global da L’Oréal Paris. O que isto significa para você?
É surreal. L’Oréal é uma marca que fez parte do meu crescimento. Parece que todo mundo tem uma história relacionada aos produtos deles. A marca tem um alcance incrível de conquistas e mulheres incríveis como embaixadoras, como a Helen Mirren, que é de certa idadei e nós não vemos representada na beleza, juntamente com a Jane Fonda, que também é muito aberta quanto ao ativismo dela; eu me sinto tão honrada por me juntar à elas.

Há muita discussão na indústria da beleza sobre mudança de estereótipos. O que você pensa sobre isto?
Nós somos mais uma comunidade internacional agora graças às redes sociais e discussões estão acontecendo em termos de o que beleza deve significar e que não deve ser restrito a uma caixa fechada.

Há tantos tipos diferentes de beleza – tudo se resume à representação. Às vezes as pessoas sentem que isto pode ser opressivo e intimidante e usado como uma ferramenta para medir o valor das pessoas e para valorar o quanto as pessoas valem à pena. Para mim, maquiagem, cabelo e beleza são feramentas para demonstrar quem nós somos quando nós talvez nem saibamos. Então neste sentido, isto é incrivelmente empoderador.

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