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Fonte: Cosmopolitan Filipinas

Aqui na Cosmo, nós somos grande fãs de filmes e séries com personagens femininas fortes e uma série como ‘Cursed’, que é o reconto das famosas lendas Arthurianas que foca na misteriosa ‘Senhora do Lago’! Acrescente isso ao fato de que é estrelado pela talentosa atriz australiana e estrela de ’13 Reasons Why’, Katherine Langford.

‘Cursed’ – que está agora disponível na Netflix – é baseada na novela ilustrada de mesmo nome de Thomas Wheeler e Frank Miller. Conta a história da jovem Nimue (Katherine), uma garota que tem poderes extraordinários e qeu está destinada a ser a ‘Senhora do Lago’. Ela embarca em uma missão para entregar a lendária espada (conhecida pela maioria de nós como Excalibur) para o mago Merlin (Gustaf Skarsgard), e conhece um mercenário chamado Arthur (Devon Terrell) no caminho! Ela também acaba encontrando os Paladinos Vermelhos, um grupo religioso que mira em “limpar” o mundo e remover aqueles que “não são limpos”.

Durante uma conferência de vídeo, a Cosmopolitan Filipinas teve a oportunidade de conversar com as estrelas de ‘Cursed’ Katherine Langford e Gustaf sobre a relevância da série, seus personagens femininos favoritos e a preparação intensa deles para a série!

Como você se preparou para a série?
Eu cresci sendo uma grande fã de fantasia e meio que de ação. Eu lembro de assistir Jennifer Lawrence como Katniss Everdeen e Angelina Jolie em Tomb Raider. Mas para mim, este projeto foi um desafio completamente novo, não apenas em termos de gênero, mas também em termos de preparação. Eu acho que na preparação, grande parte dela foi aprender a lutar com espadas, a fazer acrobacias, aprender a andar a cavalo. Nós fizemos isto em um per´ôdo curto de tempo e meio que fomos direto para as filmagens e então mantivemos durante toda as gravações.

O que eu realmente amei no desenvolvimento e o que eu realmente quis abordar foi que nós estávamos contando a história de uma heroína de verdade. Uma história que meio que reconhece a experiência feminina de se tornar um herói, com todos esses obstáculos que surgem no caminho dela. Então quando eu estava olhando, não muito para a equitação, mas particularmente para a luta com espadas, a armaria que nós vemos tem sido utilizada, tradicionalmente, é toda feita para homens e para a forma que eles lutam. E é bem diferente como mulher, como você usa sua fisicalidade e como você usa suas forças. Então eu trabalhei muito com o nosso cordenador de luta para meio que desenvolver este estilo que fosse único para a Nimue. E quando você assiste, ele é bem fluído, quase de uma forma japonesa. E isso meio que tem a ver com a forma que ela usa magia com a espada e também como ela luta e as forças dela.

Como você se recuperou dessas gravações desafiadoras?
Eu acho que eu provavelmente dormi por quatro dias quando nós acabamos as filmagens. Mas em toda seriedade, eu acho que conforme o tempo passava, é uma habilidade que vocie precisa aprender… Eu passei a ter muito mais respeito por séries como esta e séries desta escala que lidam com todos esses componentes diferentes e habilidades. Porque realmente te faz entender porque pessoas treinam por oito, doze meses para elas. Mas também, no fim do dia, você sempre deseja ter tido mais tempo. Mas eu realmente amo este elemento da personagem da Nimue e da jornada dela. Eu era nadadora. Então, como uma ex atleta, qualquer oportunidade para usar o meu corpo foi realmente empolgante.

De uma forma engraçada, eu descobri que quando nós estamos na água fria, ou quando nós estávamos fazendo essas gravações difíceis, realmente acrescentava muito para a personagem. E foi bom de certa forma porque todo mundo meio que precisava se unir para sobreviver às gravações e criar o que nós criamos. Então de várias formas, mesmo sendo – eu acho – desafiador às vezes, também é muito recompensador. E em um sentido, isto meio que anula o desafio de tudo porque traz muita alegria, simplesmente fazer parte de algo como isto. Realmente te preenche, eu acho, um pouco da sua criança interior poder brincar com espadas e cavalos.

Além da Nimue, qual outra personagem feminina forte da série você mais admira?
Eu vou ter que falar primeiro e dizer que a Kaze, que é interpretada pela Adaku Ononogbo. A personagem dela é uma pessoa que nós vemos na segunda metade da série e ela interpreta essa guerreira lutadora incrível que foi parar neste lugar de outras terras. E ela, como muitas pessoas da série, está enfrentando opressão e sendo perseguida para fugir de suas casas e seus países. Há um poder verdadeiro e uma verdadeira presença nela. Não apenas pelo fato da personagem da Kaze ser muito pé no chão de várias formas, sendo a voz da razão da Nimue. Ela meio que dá à Nimue o empurrão que ela precisa para aceitar os poderes dela e também aceitar a liderança que de várias formas é colocada sobre ela. Mas também como pessoa, a Adaku é tão forte, engraçada e legal e realmente trás uma graça tão incrível e força para o papel.

Como este reconto da lenda do Rei Arthur é relevante para a atualidade e porque as pessoas devem assistir á série?
Gustaf: Neste momento louco que nós estamos vivendo atualmente, é uma pausa muito emocionante e bem vinda da situação que vivemos. Você tem a oportunidade de escapar para um mundo fantástico por um tempo, então há um elemento de escapismo, mas tematicamente, também é muito relevante. É sobre a opressão de pessoas, opressões religiosas. É sobre a eliminação do mundo natural, é sobre a legitimidade de poder e sobre a prossecução de minorias – esses são assuntos altamente relevantes para a atualidade.

Katherine: Eu concordo com isto. Eu acho que em um período tão surreal, é bom trazer um pouco de leveza e um pouco de entretenimento para a atual situação. Mas também de várias formas, eu acho que aborda alguns assuntos que são muito prevalentes atualmente. E neste sentido, eu acho que o público vai se identificar, independente de você gostar do gênero ou não, mas realmente traz um pouco de luz e escapismo.

Qual cena os fãs do livro devem esperar ansiosamente?
Apesar da série ser baseada no livro, eles são bem diferentes eu acho que em termos de interpretações… Eu acho que há um relacionamento entre o Monge Chorão e o Esquilo. No livro, há alguns detalhes lindos que eu acho que eles arrasaram completamente na série. A dinâmica entre o Daniel Sharman e o Billy Jenkins, que interpretam o Monge Chorão e o Esquilo, tem uma química tão bonita na tela. E meio que te faz rir e sentir tanta coisa por eles. Então se as pessoas leram o livro, eu definitivamente os diria para manter um olho neste relacionamento.

O que separa esta série das outras adaptações da lenda do Rei Arthur?
Eu acho que de várias formas, as lendas Arthurianas são uns dos contos mais conhecidos que nós temos. Geralmente, quando você pensa nas lendas Arthurianas, vocie pensa no Rei Arthur, Merlin e nos Cavaleiros da Mesa Redonda. Já houveram tantas versões diferentes desta história contada, mas cada vez é meio que ignorado muitos dos papéis femininos deste conto – mais especificamente a Senhora do Lago, que é este personagem poderoso e prolífico, mas mesmo assim nós sabemos muito pouco ou nada sobre ela.

Então o que foi interessante foi ver esta lenda Arthuriana ser contada pelos olhos de uma das personagens mais poderosas. E, de certa forma, ver através dos olhos de uma mulher é também muito especial. Especialmente durante este período, mesmo sendo fantasia e não se passar historicamente no nosso mundo, ainda é um mundo de homens. Então a jornada dela para se tornar uma heroína é bem diferente do que você veria para o Arthur e qualquer um desses personagens.

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