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Fonte: Clarín

“O que você irá fazer sobre isso?” – desafia a voz de Hannah Baker na mente de seu amigo Clay Jensen. Quando ele abriu o armário de seu colégio na ‘Liberty High School’, encontrou algumas polaroides com imagens terríveis com bullying e abusos sexuais de adolescentes, na série ’13 Reasons Why’, cuja segunda temporada estreia na sexta-feira, dia 18 de maio, na Netflix… Logo após o suicídio de Hannah Baker, que sofreu assédio constante e foi estuprada pelo atleta estrela da escola. “Ela não era a única” e “ele não vai parar”, Clay lê as polaroides. Quem havia deixado essas fotos secretas? Quem, desta vez, está tentando esconder a verdade?

Mas a história de Hannah não pode ser silenciada. Antes de sucidar, Hannah gravou várias fita contando às treze pessoas que tiveram participação (direta ou indiretamente) em seu suicídio. As fitas chegam à Clay (Dylan Minnette) no começo da primeira temporada de ’13 Reasons Why’, que, desde 2017, é uma das séries mais populares do mundo, embora tenha recebido críticas pela cena explícita em que Hannah (Katherine Langford) corta seus pulsos.

A segunda temporada, que também tem treze episódios, evitará esses impactos: começará com o julgamento dos Baker contra a ‘Liberty High School’ por ter ignorado os pedidos de ajuda de sua filha. Hannah Baker é a estrela de ’13 Reasons Why’. Como fazer isso voltar? A Netflix encontrou as chaves para garantir seu brilho e sucesso. A própria protagonista, a atriz australiana Katherine Langford – 22 anos – revela exclusivamente à Clarín: “Nesta temporada veremos Hannah em flashbacks, através dos testemunhos de outros, e depois no presente da história, como um presença que ajudará Clay”, diz ela.

Dos escritórios da Netflix nos Estados Unidos, Katherine conta algumas ideias da segunda temporada, que ganha drama adulto e se move com uma montagem cuidadosa entre o passado, o presente e os múltiplos pontos de vista. “Mais uma vez, tentamos contar uma história verdadeira e tocar em problemas significativos de de forma autêntica. Hannah retorna na memória de Clay Jensen e de várias outras pessoas. Se alguém tem que olhar para algo do passado ou encarar o futuro, há a Hannah Baker”, explica Langford.

“Quando há muita coisa acontecendo dentro de nós mesmos, a sociedade espera que fiquemos em silêncio,” diz Jessica Davis (Alisha Boe), outra amiga de Hannah, com um papel chave na busca pela justiça. “Devo fazer algo para ajudar. São algumas das tensões que as personagens sofrem: o medo de denunciar o estuprador Bryce Walker (Justin Prentice), o grande esportista da escola e cheio de dinheiro e influências, e a decisão de enfrentar as pessoas violentas.”

Em dezembro, a revista americana Entertainment Weekly já anunciava que a série mostraria um lado diferente de Hannah. Katherine explica: “Na segunda temporada, ela está diferente da primeira temporada. Na primeira temporada, Hannah teve que enfrentar todas suas dores e fraquezas”. O que mudou? “Quero preparar os espectadores para que não esperem ver a Hannah de antes. Agora não é uma pessoa viva, mesmo sua imagem sendo a mesma. O que muda é que vamos vê-la pela visão dos outros”.

Por isso os motivos de sua depressão e suicídio não serão o único foco, a medida em que corre o julgamento contra a Liberty High School. As polaroides dirão muito mais sobre o que ocorre dentro e foda da escola. Mas Clay não deixará de sentir perto da memória de Hannah. “Foi muito desafiador descobrir como continuar depois do que aconteceu na primeira temporada,” confessa Katherine, pelo telefone. “Como posso dizer? Foi uma sensação muito única poder voltar a ser Hannah, porque ela já não é a mesma Hannah. Agora é uma lembrança de Clay. Interpretar o espírito ou a memória de alguém dá sentido à novos acontecimentos”.

Aqui, Langford se lembra de um dos momentos mais dolorosos da série: o silêncio e a cumplicidade de muitas pessoas contra o bullying e o abuso sexual.

“Nesta temporada, vamos expor uma corrente de mentiras de antes e depois do suicídio de Hannah”, diz Langford. “Vamos nos concentrar na busca por justiça e conscientização. Para os espectadores, esta temporada será uma boa oportunidade para encarar as coisas que não são certas, e para assumir que as coisas poderiam ter sido consertadas e mudadas para ajudar Hannah Baker e outras garotas como ela.”

Por que você acha que tantos jovens sentem empatia com a série?
A beleza do show é que isso mostra como as pessoas podem reagir e ter boas ou más atitudes, dependendo do contexto. Uma das coisas que eu notei, em toda a experiência do ano passado, foi que ’13 Reasons Why’ foi capaz de se tornar um foco de conversa. A série conduz debates sobre questões muito sérias, como o bullying e o abuso de adolescentes. É por isso que eu me encontrei com garotas que sofreram. Para entendê-las melhor.

Você acha que ’13 Reasons Why’ ajuda a prevenir casos de suicídio ocasionados pelo bullying?
É um programa de televisão: entretenimento. Ninguém deveria esperar muito dele. O que ’13 Reasons Why’ faz é abordar questões sensíveis e tentar fazê-lo de forma verdadeira. O que a série realiza muito bem é abrir discussões sobre esses tópicos, para conscientizar e refletir sobre eles.

Como você enfrentou o desafio da atuação?
Eu pude manter o controle da personagem graças ao Brian Yorkey, junto com os diretores e escritores. Eu coloquei toda minha confiança neles para saber como abordar Hannah da maneira mais sincera e autêntica. É por isso que adoro aparecer nesta segunda temporada de outra maneira.

Do outro lado da linha, Langford fica em silêncio por alguns segundos. “Sabe de uma coisa? A primeira temporada de ’13 Reasons Why’ foi meu primeiro trabalho na televisão: uma enorme experiência de todos os pontos de vista. Como uma experiência inicial, é um dos trabalhos mais difíceis para confiar a alguém, mas também o melhor. Por muitas razões”. O esforço teve um reflexo: Langford foi indicada para o Globo de Ouro de 2018 na categoria Melhor atriz de série dramática.

No meio da conversa com Katherine, uma voz da Netflix entra na chamada para avisar que temos apenas mais uma pergunta. E a atriz australiana, então, consegue colocar colocar o foco para outra pessoa: para ela. “O que eu aprendi com ’13 Reasons Why’ é que graças à série outras pessoas tomaram caminhos diferentes em suas vidas. Isso é transformador e me sinto muito afortunada. Ter sido capaz de contar a história de Hannah Baker é algo que vou valorizar em todos os momentos da minha vida.”

RECADOS

Aviso: “Esta série pode não ser boa para você”

’13 Reasons Why’ acatou as críticas e debates que causaram a primeira temporada, quando Hannah Baker foi estuprada ou quando ela cortou seus pulsos. O que Katherine Langford acha? “É uma pergunta para Brian Yorkey e os criadores envolvidos. Eu acho que foi uma decisão artística: eles queriam contar essas cenas sem timidez. Talvez não ter mostrado o suicídio de Hannah teria dado à isto um caráter abstrato. Ele não queria evitar a gravidade da tragédia”. Embora as críticas tenham tido um efeito: no início do primeiro episódio da segunda temporada, Katherine Langford, Dylan Minnette, Justin Prentice e Alisha Boe aparecem para avisar o espectador: ” ’13 Reasons Why’ é uma série de ficção que trata de questões difíceis e reais, como abuso sexual, abuso de drogas, suicídio e outras coisas”. E eles continuam: “Se você está lutando contra esses problemas, esta série pode não ser boa para você. Ou talvez você possa vê-la com um adulto de confiança”. E para aqueles que precisam conversar, receber apoio ou acha que alguém precisa de ajuda, eles recomendam entrar no site 13ReasonsWhy.info.

-A história da garota australiana que foi Evita em um musical

Katherine Langford estima um caminho profissional curto e profundo. Nascida e criada em Perth, na Austrália, está atuando e e cantando músicas clássicas, jazz e contemporâneo e é membro da Academia de Dança e Teatro – Artes da sua cidade, foi para o Instituto Nacional de Arte Dramática. Toca piano e tocou em vários musicais: Evita, ainda no início de 2015. No ano seguinte, pelo Skype fez o teste para o papel de Hannah Baker e teve dez dias para obter um visto de trabalho nos Estados Unidos. Dois anos depois, ela diz o que pensa em sonbre tirar férias.

“Para mim é importante poder descansar e ter equilíbrio na vida. Eu tento fazer isso quando volto para casa e passo tempo com meus amigos. Mas também adoro fazer um bom trabalho, cantar ou compor músicas. Eu realmente amo o que faço. Da maneira que este trabalho é agradável e divertido, eu só vou querer ficar fazendo isso”. Langford conta o que sentiu em dezembro de 2017, quando terminaram de gravar na Califórnia a segunda temporada de ’13 Reasons Why’. “Ah, foi uma mistura de sentimentos. Poucos dias antes de finalizar as gravações, fiquei sabendo que fui nomeada para o Globo de Ouro de melhor atriz dramática, estávamos apenas gravando cenas intensas. Era muito raro terminar o dia e pensar no próximo, sabendo que o fim estava chegando.” Embora ela diga: “Para mim, a segunda temporada foi menos difícil, e eu realmente gostei de encontrar o elenco novamente. Nós gostamos de pensar que podemos estar juntos sempre que quisermos.”

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